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Recuperação de crédito avança em Belo Horizonte

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Dívida bruta volta a cair no País após seis anos
Crédito: Marcos Santos / USP imagens

O número de consumidores que recuperaram o crédito na capital mineira apresentou um crescimento de 8,85% em um período acumulado de 12 meses, de fevereiro de 2019 a janeiro de 2020. Os dados foram divulgados pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH).

Os resultados positivos vêm depois de outros nada animadores registrados em 2018. Ainda segundo as informações da entidade, no acumulado de 12 meses desde janeiro de 2018, a recuperação de crédito em Belo Horizonte apresentou um resultado de -0,30%. Foi somente a partir do mês de maio do ano passado que esse cenário começou a melhorar.

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A economista da CDL-BH, Ana Paula Bastos, destaca que são vários os motivos que contribuíram para o quadro atual. Esses fatores estão relacionados à melhora do ambiente econômico como um todo, de acordo com ela, que também ressalta alguns dos frutos desses avanços.

“A liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) contribuiu para que as pessoas que estavam inadimplentes aproveitassem para quitar os débitos delas”, menciona a economista.

Outros fatores que ajudaram a alavancar os resultados positivos, segundo Ana Paula Bastos, foram a queda verificada no número de desempregados e a redução da taxa de juros, que fez com que os consumidores pudessem negociar as suas dívidas com juros menores, além do fato de a inflação estar sob controle.

“Com a recuperação do crédito, as pessoas voltam ao mercado de consumo, há mais renda em circulação. Hoje, o grande impulsionador da economia é a tomada de crédito”, pondera a economista da CDL-BH.

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Volume de dívidas – Os dados divulgados pela entidade revelam também que os consumidores estão conseguindo quitar as suas dívidas atualmente, mostrando uma evolução nos números.

Nesse sentido, os indicadores registraram um avanço de 5,65% no acumulado de 12 meses (de fevereiro de 2019 a janeiro de 2020) na comparação com igual período anterior (de fevereiro de 2018 a janeiro de 2019).

Entretanto, assim como ocorreu com a recuperação de crédito, a recuperação de dívidas também não estava apresentando bons resultados ao longo do tempo.

Segundo a CDL-BH, entre os meses de outubro de 2018 e junho de 2019, os números registrados foram negativos. A melhoria ocorreu de uma maneira mais intensa entre os meses de novembro de 2019, que atingiu 5,66%, dezembro de 2019 (8,16%) e janeiro de 2020 (5,65%).

Ana Paula Bastos frisa que esses resultados também foram influenciados pela melhora da economia como um todo. No entanto, lembra ela, a quitação de dívidas não se dá, muitas vezes, de forma integral.

“As pessoas vão quitando paulatinamente. Se não podem efetuar o pagamento de seis delas, por exemplo, fazem de cinco”, ressalta.

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