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Economia

Sebrae busca fortalecer economia do Estado

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Por meio do Cidade Empreendedora, Sebrae visa à transformação econômica de municípios com adoção de políticas de desenvolvimento em eixos | CRÉDITO: ALISSON J. SILVA

A busca pela diversificação econômica permanece como um dos principais desafios de Minas Gerais. Seja na atração de novos investimentos ou no fortalecimento de cadeias produtivas, a estruturação do ambiente de negócios é fundamental para o aumento da competitividade de qualquer região, e no Estado não seria diferente. Em Minas, representantes dos setores público e privado estabelecem planos e ações em vistas de um desenvolvimento forte, sustentável e multissetorial.

A começar pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), instituição que, por meio de diferentes programas, tem trabalhado não apenas para o fortalecimento dos pequenos empreendedores, mas de toda Minas Gerais. Para isso, desenvolve iniciativas junto a quem pode ajudar neste processo: municípios e grandes empresas.

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De acordo com o diretor de Operações do Sebrae Minas, Marden Magalhães, projetos como Cidade Empreendedora, Encadeamento Produtivo e Projeto de Reconversão Produtiva em Territórios Minerados foram criados, justamente, com o objetivo de engajar os diferentes agentes do setores público, privado e acadêmico na busca por soluções para o fortalecimento econômico das regiões. “O Sebrae é referência como instituição de apoio aos pequenos negócios, mas tem desenvolvido ações para a melhoria do ambiente e, neste sentido, parcerias com prefeituras e empresas que possam enriquecer esse trabalho”, explica.

Por meio do Cidade Empreendedora, por exemplo, a instituição visa à transformação econômica de municípios, com a implantação de políticas de desenvolvimento em eixos estratégicos. De acordo Magalhães, o objetivo é desburocratizar o atendimento e incentivar compras locais. Mais de 100 cidades já fizeram adesão e apostam nestas medidas. 

Já o Encadeamento Produtivo é uma estratégia para promover a inserção competitiva e a melhoria do desempenho dos pequenos negócios nas cadeias de valor de grandes empresas. “Hoje as empresas trabalham em parceria. A competitividade empresarial não é apenas a atuação da empresa individualmente, mas sim o resultado da eficiência de toda a cadeia de valor”, argumenta. Quase 30 grandes empresas já integram o projeto.

E o Projeto de Reconversão Produtiva em Territórios Minerados foi criado para apoiar os municípios que têm suas economias fortemente ancoradas na mineração a identificarem novas possibilidades de sustentação econômica e desenvolvimento local. O projeto é resultado da parceria entre diversos órgãos do governo e entidades. “São 13 municípios que estão no nosso radar. Cada um deles tem outros municípios que acabam sendo impactados pela dependência do setor, totalizando 69, com os quais realizaremos algum tipo de ação”, ressalta.

TSX Group já desenvolveu diversos projetos no Brasil e no mundo em diferentes setores produtivos, como extrativismo mineral |. Foto: Ricardo Teles

Atração de investimentos e diversificação econômica

Há quase 30 anos, o TSX Group é especializado em projetos empresariais estratégicos que geram valor nos aspectos econômicos, sociais e ambientais. Para se ter uma ideia, a empresa já desenvolveu mais de 100 projetos no Brasil e no exterior em diferentes segmentos produtivos como infraestrutura, extrativismo e beneficiamento mineral, logística, entre outros.

De acordo com o CEO da TSX, Paulo Eduardo Pinto, a experiência na implantação de projetos de capital mostra que o custo social aumentou muito no Brasil nos últimos 15 anos e as empresas têm, cada vez mais, dificuldades metodológicas para responder a essas questões. “Nos debruçamos sobre isso, porque o problema social e ambiental passou a ter grande representatividade em todo e qualquer projeto. O poder público brasileiro, por não conseguir alcançar essa agenda, deixou a responsabilidade para o setor privado. Movimento este que se traduz na agenda ESG”, explica.

O setor privado, por sua vez, para conseguir cumprir a agenda precisa de maior eficiência. “Entendemos que desenvolvimento tem a ver com eficiência e que essa se sustenta pela atração de investimentos, que gera mais oportunidades de emprego e renda”, completa.

Neste ponto, a TSX é pioneira na estruturação de agências de investimentos regionais Brasil afora, a partir de chamadas empresas-âncora, que são empresas que fazem investimentos de capital em determinada região e, ao mesmo tempo, promove o desenvolvimento local, pelo viés da atração de outros negócios. 

O executivo citou a Bamin na Bahia, a Vale nas regiões de Ouro Preto/Itabirito e Congonhas/Belo Vale e a Sigma em Araçuaí e Itinga com projetos do tipo. “Isso é algo novo para o Brasil, mas traz bastante perspectiva, porque evidencia o compartilhamento de valor. A empresa, além de gerar emprego, renda e tributos, ainda colabora, de fato, para o desenvolvimento da região, deixando de ser apenas uma catalisadora, o que naturalmente, também vai fortalecer sua cadeia de fornecedores e clientes, por criar um ambiente mais favorável à atração de investimentos”, conclui.

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