COTAÇÃO DE 18/01/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,3037

VENDA: R$5,3047

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,3170

VENDA: R$5,4570

EURO

COMPRA: R$6,3724

VENDA: R$6,3747

OURO NY

U$1.837,39

OURO BM&F (g)

R$311,58 (g)

BOVESPA

+0,74

POUPANÇA

0,1159%%

OFERECIMENTO

Mercantil do Brasil - ADS

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia
Página Inicial » Economia » Setor de serviços mantém avanço em Minas em novembro

Setor de serviços mantém avanço em Minas em novembro

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Serviços | Crédito: Sergio Moraes/Reuters
Serviços | Crédito: Sergio Moraes/Reuters

O setor de serviços apresentou crescimento pela sétima vez consecutiva em Minas Gerais. Em novembro, na comparação com outubro, a alta foi de 2,8%, na série com ajuste sazonal. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Apesar dos avanços mês a mês, os números ainda são negativos em outras bases de comparação. No acumulado de janeiro a novembro do ano passado, o setor no Estado teve queda de 6,9%. 

Quando se compara o mês de novembro de 2020 com igual período de 2019, a retração em Minas Gerais foi de 0,4%. Trata-se da décima segunda taxa negativa consecutiva, segundo o IBGE. Entretanto, o resultado foi bem inferior em relação à média brasileira, que foi de uma retração de 4,8%. 

Os dados da entidade também mostram que, das cinco atividades pesquisadas, três apresentaram números negativos em novembro de 2020 em relação a igual período do ano anterior. 

As atividades que registraram retração no décimo primeiro mês do ano passado foram os serviços prestados às famílias (-27,8%), os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,0%) e os serviços de informação e comunicação (-1,0%). 

As duas atividades que apresentaram crescimento no período, por sua vez, foram serviços profissionais, administrativos e complementares (6,3%) e outros serviços (32,7%).

Particularidades – O gerente da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), Rodrigo Lobo, destaca que o setor é muito heterogêneo. Esse é um dos fatores que ajudam a explicar a recuperação mais lenta em relação a outros segmentos, como o comércio e a indústria. Ele lembra que existem os serviços prestados às famílias, às empresas, aqueles mais tradicionais, os mais modernos, entre outros. 

Além disso, é um segmento que tem um peso grande, diz ele, e que corresponde a aproximadamente 30% do Produto Interno Bruto (PIB). O gerente ressalta ainda que muitas atividades do setor têm um caráter presencial, o que na pandemia da Covid-19 e com a necessidade de distanciamento social contribuiu para que os impactos fossem mais intensos. 

“A questão sanitária no ano de 2021 vai ser fundamental para saber para qual direção o setor de serviços vai caminhar”, diz ele.

País acumula sexto mês consecutivo de ganhos em volume 

São Paulo – O setor de serviços brasileiro registrou o sexto mês seguido de ganhos no volume em novembro, mas caminhou para o final de 2020 ainda sem conseguir retornar aos níveis pré-pandemia, depois de ter sido o mais afetado pelas medidas de isolamento contra o coronavírus.

O volume de serviços cresceu em novembro 2,6% em relação ao mês anterior, de acordo com os dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar do sexto mês consecutivo de ganhos, acumulando alta de 19,2%, o setor de serviços brasileiro se aproximou do fim de 2020 ainda sem conseguir recuperar as perdas de 19,6% registradas entre fevereiro e maio, período que abrange o pico da pandemia.

Na comparação com novembro de 2019, houve queda de 4,8% no volume de serviços no Brasil, e o setor acumula ainda entre janeiro e novembro perdas de 8,3% frente a igual período de 2019.

Os resultados, entretanto, foram melhores do que as expectativas em pesquisa da Reuters, de alta de 1,2% na comparação mensal e de recuo de 6,2% na base anual.

O setor de serviços, que ainda se encontra 3,2% abaixo do patamar de fevereiro, é o que mais apresenta dificuldades de reação das perdas provocadas pela Covid-19, já que é o que mais depende do contato presencial.

“Atividades como restaurantes, hotéis, serviços prestados à família de uma maneira geral e transporte de passageiros – seja o aéreo, o rodoviário e ou o metroviário – até mostraram melhoras, mas a necessidade de isolamento social ainda não permitiu o setor voltar ao patamar pré-pandemia”, explicou o gerente da pesquisa no IBGE, Rodrigo Lobo.

Atividades – O mês de novembro teve aumentos no volume de todas as cinco atividades pesquisadas na comparação com o mês anterior.

“Embora o setor permaneça frágil devido à pandemia, nosso índice de difusão mostra que mais de 80% dele vem se recuperando em um ritmo significativo nos últimos seis meses – um número que vem crescendo lentamente nos últimos meses como reflexo da reabertura gradual da economia”, avaliou a economista da XP Lisandra Barbero, calculando contração de 8,0% do volume de serviços em 2020.

Os destaques foram as altas de 2,4% dos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio e de 8,2% de serviços prestados às famílias. Ambos foram os mais afetados pela pandemia.

Segundo o IBGE, a atividade de transportes cresceu em novembro pelo sétimo mês seguido e acumula ganho de 26,7% entre maio e novembro, mas ainda precisa avançar 5,4% para atingir o nível de fevereiro, que antecedeu a implementação das medidas sanitárias para conter a Covid-19.

Já os serviços prestados às famílias têm alta de 98,8% nos últimos sete meses, mas ainda precisam crescer 34,2% para retornar ao patamar de fevereiro.

Somente os serviços de informação e comunicação e outros serviços já superaram o nível de fevereiro, diante dos bons desempenhos dos segmentos de tecnologia da informação e dos serviços financeiros auxiliares, respectivamente.

“Esperamos que alguns dos serviços mais impactados se recuperem conforme a vacinação em massa avance. No curto prazo, a recente aceleração nos novos casos do vírus, aceleração da inflação e retirada de alguns dos generosos programas de transferências fiscais podem moderar o ímpeto por trás da recuperação do setor de serviços”, avaliou Alberto Ramos, diretor de pesquisas econômicas para a América Latina no Goldman Sachs. (Reuters)

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

VEJA TAMBÉM

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!