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UE lança grande plano climático para “nossos filhos e netos”

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Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante lançamento de plano climático da União Europeia em Bruxelas
Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante lançamento de plano climático da União Europeia em Bruxelas 14/07/2021. Crédito: REUTERS/Yves Herman

Bruxelas – Formuladores de políticas da União Europeia apresentaram nesta quarta-feira (14) seu plano mais ambicioso até o momento para combater a mudança climática, objetivando transformar metas verdes em ações concretas nesta década e dar um exemplo a ser seguido pelas outras grandes economias do mundo.

A Comissão Europeia, o órgão Executivo da UE, delineou com grande detalhamento como o bloco de 27 países pode atingir sua meta coletiva de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 55% em relação aos níveis de 1990 até 2030 — um passo para zerar as emissões até 2050.

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Isto significará elevar o custo de emissão de carbono para aquecimento, transporte e fabricação, taxar o combustível de aviação e o combustível de embarcações de alto carbono que não são taxados e cobrar importadores na fronteira pelo carbono emitido na fabricação de produtos como cimento, aço e alumínio no exterior, além de encaminhar o motor de combustão interna ao museu.

“Sim, ele é duro”, disse o chefe de política climática da UE, Frans Timmermans, em uma coletiva de imprensa. “Mas também é uma obrigação, porque, se desistirmos de nossa obrigação de ajudar a humanidade, viver dentro de fronteiras planetárias, falharíamos não só conosco, mas falharíamos com nossos filhos e nossos netos.

O preço do fracasso, disse, seria “travar guerras por água e comida”.

As ações “Na Medida para 55” exigirão a aprovação de países-membros e do Parlamento Europeu, um processo que pode demorar dois anos.

Elas também enfrentarão o lobby intenso de alguns setores, dos países-membros mais pobres que querem fugir dos aumentos de preços e de países mais poluentes que lidam com uma transição custosa.

Um diplomata de um país da UE disse que o sucesso do pacote dependerá de sua capacidade de ser realista e socialmente justo sem desestabilizar a economia.

“A meta é colocar a economia em um novo nível, não travá-la”, disse o diplomata.

O bloco só produz 8% das emissões globais, mas espera que seu exemplo fomente ações ambiciosas de outras grandes economias quando se reunirem em novembro na cidade escocesa de Glasgow para a próxima conferência climática da Organização das Nações Unidas (ONU).

“A Europa foi o primeiro continente a declarar neutralidade climática em 2050, e agora somos os primeiros a colocar um roteiro concreto na mesa”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

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