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Economia

Vendas de cimento sobem em março, mas nos próximos meses devem ser de desaceleração

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Crédito: Alessandro Carvalho Comércio de Cimento - Av. N. Sa. do Carmo 702 13/01/09

São Paulo – A comercialização de cimento no Brasil em março subiu 34,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado, que teve resultado atingido pelos primeiros impactos das medidas de isolamento social, encerrando o primeiro trimestre com volume acima de um ano antes.

Segundo dados da entidade que representa fabricantes do material, a venda de cimento no Brasil em março somou 5,48 milhões de toneladas, alta de 17% sobre o comercializado no mês anterior.

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No trimestre, as vendas somaram 15,3 milhões de toneladas, crescimento de 19% na comparação com os três primeiros meses de 2020, em um desempenho atribuído pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic) a uma base de comparação fraca com o ano passado.

“Apesar dos números absolutos apontarem para um crescimento robusto temos que ter cautela, pois como demonstra o resultado por dia útil na comparação dos últimos meses, houve uma retração de 6,3%, em razão da antecipação dos feriados, fechamento do comércio e queda da massa salarial”, afirmou o presidente do Snic, Paulo Camillo Penna, em comunicado à imprensa.

Ele se referiu ao aperto de medidas de isolamento social que nos últimos meses chegaram a atingir o varejo de materiais de construção com ordens de fechamento de lojas em alguns estados do País, incluindo São Paulo e Minas Gerais.

Por dia, útil, segundo o Snic, a venda de março caiu 6,3% ante fevereiro, para 170,1 mil toneladas.

Segundo a entidade, a redução do auxílio emergencial deve implicar uma desaceleração no ritmo de reformas, um dos principais canais de crescimento do consumo nos últimos meses. O setor também deve sentir impacto de aumento de obras imobiliárias paradas e de aumento na taxa de juros do país, acrescentou o Snic. (Reuters)

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