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Vendas de veículos despencam no Estado

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Em abril, a queda nas vendas de veículos novos chegou a 61,49% sobre março em MG | Crédito: Charles Silva Duarte/Arquivo DC

Em meio à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o País, Minas Gerais e Belo Horizonte viram o número de vendas de veículos cair vertiginosamente. Em todo o Estado, as comercializações apresentaram uma queda de 61,49% em abril na comparação com março, totalizando 19.512 unidades vendidas contra 50.671.

Na Capital, na mesma base de comparação, a redução chegou a 70,87%, alcançando 9.912 comercializações no quarto mês do ano contra 34.022 em março. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

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Os números da entidade também revelam que o recuo em Minas Gerais foi de 68,71% quando se compara as vendas de abril deste ano em relação ao mesmo período de 2019. Já quando a comparação é feita entre o acumulado de 2020, de janeiro a abril, quando foram vendidos 164.717 veículos, e o acumulado do ano passado, quando 211.248 veículos foram comercializados, a retração é de 22,03%.

A capital mineira, por sua vez, viu os números de vendas de veículos recuarem 76,98% em abril em relação ao mesmo mês de 2019. Além disso, caíram 24,23% quando a comparação é realizada entre o acumulado de 2020, de janeiro a abril, e o acumulado de 2019, com 106.539 vendas contra 140.608.

Segmentos – As comercializações de automóveis foram as que mais sofreram na passagem de março para abril no Estado, com queda de 69,40% e registrando um total de 10.715 vendas.

Logo depois vem a negociação de ônibus, com recuo de 67,09% e 77 comercializações. Em seguida, aparecem comercial leve (-55,60% e 2.660 unidades vendidas), moto (-38,87% e 4.360 unidades vendidas), outros (-33,07% e 508 unidades vendidas), caminhão (-30,11% e 708 unidades vendidas) e implemento rodoviário (-7,10% e 484 unidades vendidas).

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Em Belo Horizonte, a liderança negativa também ficou para as vendas de automóveis, que recuaram 73,32% na comparação entre abril e março, totalizando 7.723 itens comercializados.

Comercial leve aparece em seguida, com queda de 63,11% e 1.350 vendas. Outros ficou com a terceira colocação (-58,62% e 12 itens vendidos), seguido por ônibus (-50% e 32 unidades vendidas), moto (-43,85% e 612 unidades vendidas) e caminhão (-31,52% e 126 unidades vendidas). Somente implemento rodoviário registrou crescimento, de 16,33% e 57 unidades comercializadas.

Já quando a mesma comparação é feita entre o acumulado deste ano, de janeiro a abril, e o acumulado de 2019, os ônibus lideram as quedas no Estado, chegando a -40,20% e 671 unidades vendidas. Posteriormente, aparecem automóveis (-26,30% e 110.541 unidades vendidas), outros (-25,42% e 2.969 unidades vendidas), moto (-13,22% e 25.816 unidades vendidas), caminhão (-12,33% e 3.272 unidades vendidas), implemento rodoviário (-9,33% e 1.758 unidades vendidas) e comercial leve (-5,06% e 19.960 unidades vendidas).

Na capital mineira, na mesma base de comparação, implemento rodoviário deu um salto de crescimento de 212,12%, chegando a 206 unidades comercializadas. Esse, porém, não foi o único número positivo. Caminhão (3,21%) e comercial leve (1,06%) totalizaram 546 e 11.959 vendas, respectivamente, no período. Do lado das quedas, ficaram outros (-53,85% e 132 unidades vendidas), automóveis (-27,61% e 88.783 unidades vendidas), ônibus (-22,22% e 217 unidades vendidas) e moto (-5,65% e 4.696 unidades vendidas).

Transportes de cargas têm leve melhora no País

São Paulo – A demanda por transportes rodoviários de cargas no Brasil voltou a apresentar leve melhora na semana até 3 de maio, de acordo com pesquisa divulgada ontem pela NTC&Logística, que agora vê uma queda de 41,41% em relação aos níveis anteriores à pandemia do novo coronavírus.

Na semana anterior, os números da associação de empresas indicavam queda de 44,8% na demanda geral pelo transporte, o que já representava a primeira semana de melhora no índice desde o começo da sondagem, cinco semanas antes.

O novo levantamento indicou também que o percentual de empresas que tiveram queda no faturamento em função da pandemia diminuiu, passando de 90% na pesquisa anterior para 86% na atual.

Para cargas fracionadas, que contêm pequenos volumes, a sondagem apontou que a retração de demanda atingiu 43,18% ante os níveis pré-coronavírus, melhora de cerca de 4 pontos percentuais em relação à semana anterior, apontou a NTC&Logística.

Já para cargas lotação, que ocupam toda a capacidade dos veículos e são utilizadas especialmente nos segmentos industriais e agrícolas, a retração até a última semana atingia 39,96%, melhora de cerca de 3 pontos ante a pesquisa passada. (Reuters)

Iata defende uso de máscara por passageiros em voos

Londres/Paris – A entidade que representa empresas aéreas de todo o mundo disse ontem que apoia a ideia de os passageiros usarem máscaras a bordo dos aviões, enquanto se intensifica um debate sobre como retomar a atividade e ao mesmo tempo respeitar as regras de distanciamento social na esteira da crise do coronavírus.

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) disse aos repórteres que usar máscaras protegeria a saúde dos passageiros, mas foi contra deixar os assentos do meio vazios nas aeronaves, uma medida que apoiou anteriormente.

O conselheiro médico da Iata, David Powell, disse que usar máscaras e coberturas faciais a bordo seria parte de uma série de medidas, que incluiriam verificar os passageiros antes do voo para saber se não têm febre, e ainda de procedimentos adicionais de limpeza que permitiriam que a aviação fosse retomada com segurança.

Na Europa, os voos foram praticamente suspensos durante a pandemia de coronavírus. Embora não exista clareza sobre quando as restrições de viagem serão amenizadas, as empresas aéreas estão estudando como retomar os serviços com segurança e dar aos passageiros a confiança que precisam para voar.

Empresas como a alemã Lufthansa e a húngara de baixo custo Wizz Air já tornaram o uso de máscaras obrigatório para os passageiros em seus aviões.

Em abril, o diretor-geral da Iata, Alexandre de Juniac, disse que o assento do meio vazio estava entre as condições prováveis para uma retomada das viagens aéreas a serem debatidas com governos de todo o globo. Mas a entidade pareceu voltar atrás em uma coletiva de imprensa on-line realizada ontem, quando disse que deixar o assento do meio desocupado não aumentaria a segurança dos passageiros. (Reuters)

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