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Minas Gerais amarga impactos sociais e econômicos

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Crédito: Divulgação

Desde 25 de janeiro do ano passado, quando a estrutura da Vale entrou em colapso, destacam-se os números contabilizados pela mineração em Brumadinho, em Minas Gerais e no País.

A começar pelas 270 vítimas, com 259 corpos localizados e outros 11 ainda desaparecidos. Outras informações dão conta de mais de 10 milhões de metros cúbicos de rejeitos ao longo do leito do córrego do Feijão até o rio Paraopeba e de se tratar da maior operação de buscas e salvamentos do Brasil.

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Mas os números vão além. De acordo com projeções da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), a produção industrial mineira deverá encerrar 2019 com queda de 4,96% sobre o ano anterior.

A indústria da transformação deverá apresentar elevação de 1,55%, enquanto a indústria extrativa deverá cair 23,95%, gerando uma retração de 1,4% no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.

A economista da entidade, Daniela Britto, ressaltou que os reflexos do rompimento e da consequente paralisação parcial do setor em Minas chegou a toda a cadeia, impactando atividades de transporte, comércio, serviços e imobiliários, por exemplo. “A estimativa é que a cadeia como um todo tenha uma perda de R$ 22,3 bilhões no faturamento de 2019. Isso representa 4% do PIB mineiro”, destacou.

Em Brumadinho, a principal preocupação diz respeito ao futuro, já que a mineração respondia por 60% das receitas do município e todas as demais atividades econômicas da cidade acabavam tendo algum vínculo com o setor.

Diversificar é preciso – “Sob o ponto de vista econômico, a principal lição que fica, após um ano, é que um município não deve ser tão dependente de uma única atividade. Estamos buscando a diversificação econômica, mas dependemos dos governos federal e estadual e da própria Vale para estruturar essa diversificação. E eles poderiam fazer mais e melhor”, reclamou o superintendente de projetos da prefeitura, Edmar Pinto.

Como forma de colaborar para essa diversificação, engajar a comunidade de Brumadinho e fomentar o empreendedorismo na região, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae Minas) tem realizado uma série de ações na cidade. Para isso, conforme a analista da entidade, Fernanda do Carmo, foi realizado um estudo aprofundado sobre as potencialidades locais e encontradas alternativas nos serviços voltados para o turismo, a cultura, construção civil, agronegócio e varejo.

“A diversificação econômica de Brumadinho só será possível quando existir uma organização produtiva, com empresas do entorno colaborando para a economia local. Nosso trabalho tem sido no sentido justamente de articular essas potencialidades da região. Em 2020, entre outras frentes, atuaremos com foco na agricultura”, contou.

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