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Crédito: Carlos Magno

“O valor dos relacionamentos frente ao futuro digital que já chegou” norteou as discussões da terceira edição do Conexões Humanas, evento realizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos – Minas Gerais (ABRH-MG), no Teatro Sesiminas, bairro Santa Efigênia.

O objetivo era estimular debates capazes de motivar e inspirar, trazendo temas como a conexão do digital e humano, gestão do tempo em um mundo cada vez mais acelerado e boas práticas de qualidade de vida nas empresas.

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Um dos mais aguardados palestrantes era o ex-jogador de futebol e fundador da Arena Belletti, Juliano Belletti, com o tema “Muito além dos 90 minutos”. Considerado um dos mais vitoriosos jogadores brasileiros, com 22 títulos – entre eles uma Copa do Mundo, uma Liga dos Campeões da Uefa, um Campeonato Brasileiro, campeonatos espanhol e inglês -, ele é hoje embaixador do Barcelona.

“No futebol a gente mais perde do que ganha e não é fácil levar a vida no dia seguinte à derrota. Desde muito cedo criei um código de honra para mim: competitividade, persistência e trabalho em equipe. Aprendi que só tinha um jeito para me destacar e estar entre os melhores: treinar mais, correr mais que todo mundo. Se eu fizesse isso, eu ajudaria o meu time e, no fim, a recompensa seriam responsabilidades ainda maiores. Isso me fazia feliz. Eu não era tão habilidoso quanto o Ronaldinho Gaúcho, por exemplo, mas com meu trabalho o talento dele podia brilhar ainda mais e assim todos nós seríamos campeões”, explicou Belletti.

Na palestra “Hackeando futuros desejáveis”, a head of People Thoughtworks Brasil, Grazi Mendes, trouxe os tipos de futuro: o provável, aquele projetado a partir do passado; o possível, aquele que parte do pressuposto que o passado está grávido do futuro e os sinais já estão postos e que, com eles, podemos nos preparar trabalhando cenários de oportunidades e ameaças; e, por fim, o futuro desejável, aquele que é construído a partir do desejo das pessoas – e a importância do presente para que futuros desejáveis se tornem realidade.

“Precisamos nos dar conta do presente se quisermos ter um futuro. Nunca se investiu tanto em motivação e os índices nunca foram tão ruins. Por que será que estamos adoecendo tanto dentro do ambiente de trabalho? Uma mudança estética não é capaz de fazer um ambiente saudável. Pessoas não são recursos que podem ser alocados, deslocados a qualquer hora”, destacou Grazi Mendes.




Jornalista e diretor de Relações Educacionais da ABRH Brasil, Marcelo Pirani tratou do tema “Construindo ambientes de alta confiança”. Com sólida experiência em desenvolvimento de líderes, gestão de clima, cultura organizacional, formação de equipes de alta performance, maturidade emocional, gestão de mudanças, entre outros, o consultor retratou a importância da confiança para a construção de propósito e alcance de resultado.

“A confiança é algo intencional. Ela não é conquistada, é dada e deve partir e terminar em você. A melhor ferramenta para a sua construção é o feedback, mas não aquele de relatório ao fim do semestre ou do ano. Aquele, sim, que se dá no dia a dia, tratando com naturalidade as conversas difíceis”, pontuou Pirani.

Já a conselheira de empresas e coordenadora-geral do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), em Minas Gerais, Mônica Cordeiro, com a palestra “Governança é para você”, destacou a sinergia entre os recursos humanos e a governança corporativa.

“A legislação brasileira tem criado referenciais, mas nada adianta se ela não for uma governança verdadeira. Temos como princípio: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. A governança organiza a construção de um crescimento empresarial, a criação de valor, facilita o acesso a recursos. É claro que se o investidor vê que a empresa é transparente, acredita no seu propósito, vê que existe verdade no seu posicionamento, ele tem mais disposição para investir”, analisou Mônica Cordeiro.

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