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China só vai liberar petróleo se precisar

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Biden anunciou o plano de liberar reservas estratégicas de petróleo na terça-feira para tentar conter inflação | Crédito: Leah Millis/Reuters

Pequim e Londres – A China, maior importadora de petróleo do mundo, não se comprometeu sobre suas intenções de liberar petróleo de suas reservas conforme solicitado por Washington, enquanto fontes da Opep disseram que a ação dos Estados Unidos não fez o grupo produtor mudar de rumo.

Anteontem, um porta-voz do governo chinês afirmou que o país liberaria as reservas de acordo com suas necessidades.

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Na terça-feira, o governo do presidente norte-americano Joe Biden anunciou planos para liberar milhões de barris de petróleo de reservas estratégicas em coordenação com outras grandes nações consumidoras, incluindo China, Índia e Japão, para tentar reduzir os preços.

Os EUA assumiram o maior compromisso para liberação de reservas de 50 milhões de barris de vendas pré-aprovadas junto com empréstimos ao mercado, mas sem a China a ação teria menos impacto.

Não houve nenhum anúncio adicional de Pequim ontem, depois que a China disse anteontem que estava trabalhando na liberação de suas próprias reservas, confirmando notícia da Reuters na semana passada de que a China liberaria petróleo de acordo com suas necessidades.

Na terça, Biden disse em uma entrevista coletiva que a China  “pode fazer mais”.

Rumores de ação coordenada baixaram os preços do petróleo antes do anúncio dos EUA, mas o mercado internacional subiu mais de 3% na terça-feira, quando Washington confirmou que vai mexer em sua reserva estratégica e o mercado não teve clareza sobre as intenções da China.

O mercado também está ansioso para ver o próximo movimento da Opep, já que o anúncio de Washington gerou especulações de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, conhecidos coletivamente como Opep+, poderiam reagir.

No entanto, três fontes disseram à Reuters que o grupo não estava considerando interromper seu acordo atual para aumentar a produção em 400.000 barris por dia todos os meses, uma taxa considerada muito lenta por alguns países consumidores.

A Opep+, que inclui Arábia Saudita e outros aliados dos EUA no Golfo, bem como a Rússia, se reúne novamente em 2 de dezembro para discutir a política.

Elevação do superávit A Opep espera que uma liberação de petróleo das reservas dos principais países consumidores, liderada pelos Estados Unidos, aumente o excedente nos mercados de petróleo em 1,1 milhão de barris por dia (bpd), disse uma fonte do grupo.

O Conselho da Comissão Econômica (ECB), órgão econômico e técnico da Opep, reuniu-se nesta semana, antes de um encontro ministerial da Opep+ em 2 de dezembro, que deve decidir se o grupo de produtores vai em frente com um aumento de produção planejado.

O ECB vê o mercado de petróleo com um superávit de 400.000 bpd em dezembro, com o superávit expandindo para 2,3 milhões bpd em janeiro e 3,7 milhões bpd em fevereiro, se os países consumidores avançarem com a liberação, disse a fonte sob condição de anonimato.

A Bloomberg News foi a primeira a divulgar as conclusões do Conselho da Comissão Econômica da Opep.

A Opep+ tem resistido aos repetidos apelos do governo do presidente Joe Biden para acelerar seus aumentos de produção conforme desfaz os cortes de produção, que ficarão em 3,8 milhões de barris diários no final de dezembro.

A Opep+ tem aumentado as metas de produção em 400.000 bpd todos os meses desde agosto, dizendo que esses volumes são suficientes porque espera que o mercado de petróleo seja superavitário no próximo ano.

Alguns analistas de mercado, incluindo o JP Morgan, sugeriram que a Opep poderia interromper os aumentos de produção após a liberação de reservas pelos principais consumidores.

Fontes da Opep+ disseram à Reuters que o grupo ainda não iniciou nenhuma discussão sobre a pausa de um aumento de produção planejado em janeiro.

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