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Internacional
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Inflação no México vai à máxima em 2 décadas

A inflação mexicana anual acelerou mais do que o esperado na primeira quinzena de novembro, para mais de 7%, a taxa mais alta em mais de 20 anos, segundo dados oficiais divulgados ontem, aumentando a pressão sobre o banco central local para que aperte ainda mais a política monetária. Números da agência nacional de estatísticas Inegi mostraram que a inflação no início de novembro foi de 7,05%. Essa foi a alta mais acentuada dos preços desde a segunda quinzena de abril de 2001, mostraram os dados. A inflação foi de 6,36% na segunda quinzena do mês passado. O objetivo de inflação do banco central mexicano é de taxa de 3%, com margem de tolerância de 1 ponto percentual para mais ou para menos.

Bônus argentinos caem a “níveis de calote”

Os títulos argentinos estão voltando a patamares de preços compatíveis com calote, à medida que o risco político aumenta e se arrastam negociações com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para renovar cerca de US$ 45 bilhõesem dívidas do país sul-americano. A nação, nos últimos anos atingida por crises econômicas e cambiais, reestruturou sua dívida externa com credores privados no fim do ano passado, o que fez os preços dos títulos subirem para 40-50 centavos por dólar. Os preços voltaram a cair, no entanto, golpeados por negociações lentas com o FMI e um ambiente político complexo depois que a coalizão peronista no governo sofreu uma perda fragorosa nas eleições legislativas. O risco-país do JP Morgan para a Argentina aumentou 22 unidades, para a região de 1.819 pontos-base ontem, nível mais alto desde a reestruturação da dívida no ano passado. O economista local Gustavo Ber disse que isso está no mesmo nível dos “patamares de inadimplência”.

Uber é obrigada a parar serviço em Bruxelas

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A Uber disse que vai suspender as operações de seu aplicativo em Bruxelas a partir de de amanhã, depois que um tribunal belga decidiu, ontem, que uma proibição de 2015 relacionada à oferta de serviços de táxi por particulares também se aplica aos motoristas cadastrados na plataforma da empresa norte-americana. A Uber disse que a decisão do Tribunal de Apelações de Bruxelas afetará cerca de 2 mil motoristas e pediu ao governo belga que mude rapidamente as leis dos serviços de táxi.

França determina que buscas retirem Wish dos resultados

A França ordenou que os sites de busca e plataformas on-line retirem o Wish de suas listas de resultados devido a preocupações com a segurança dos produtos. O marketplace norte-americano informou vai ingressar com em ação judicial para contestar a medida. O governo francês, que está investigando uma série de operadoras online, disse em um comunicado que seu órgão de proteção ao consumidor descobriu que uma grande parcela dos produtos disponíveis no site Wish é perigosa. O governo disse que a Wish, operada pela ContextLogic , com sede em San Francisco, não conseguiu recolhê-los de maneira satisfatória e informar claramente aos consumidores sobre os riscos de alguns produtos vendidos por meio de sua plataforma. “Estamos iniciando uma ação legal para contestar o que consideramos um ato ilegal e desproporcional”, disse a Wish em um comunicado. A Wish disse que sempre atendeu às demandas da Direção-Geral de Política de Concorrência, Defesa do Consumidor e Controle de Fraudes da França para recall de produtos e tentou estabelecer um diálogo construtivo com o órgão de vigilância do consumidor. A Wish disse que embora não tenha a obrigação legal de controlar os 150 milhões de produtos vendidos por meio de sua plataforma, investiu em uma série de medidas para promover produtos de maior qualidade.

Zona do euro não enfrenta estagflação, diz Schnabel

A zona do euro não corre risco de enfrentar estagflação, ou um período de alta inflação acompanhado de estagnação do crescimento econômico, disse ontem Isabel Schnabel, membro do Conselho do Banco Central Europeu (BCE),. “Pessoalmente, não vejo que estamos numa situação estagflacionária ou que estamos nos aproximando de uma situação estagflacionária”, disse Schnabel em uma palestra. “Vemos uma inflação relativamente alta, mas não vemos estagnação. Na verdade, a maioria das economias está crescendo fortemente, muito mais rápido do que chamamos de crescimento potencial”.

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