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Internacional

IEA cobra ação da Opep+ sobre preços

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Crédito: REUTERS/Christian Hartmann

Londres e Moscou – O chefe da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), Fatih Birol, disse ontem que os mercados de petróleo estão sofrendo com uma lacuna artificial na oferta e que espera que os países produtores da Opep+ façam mais para reduzir os preços em uma próxima reunião.

“(O) fator que gostaria de sublinhar que causou estes preços elevados é a posição de alguns dos principais fornecedores de petróleo e gás; e alguns dos países não assumiram, a nosso ver, uma posição útil nesse contexto”, disse Fatih Birol, em uma apresentação online.

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“Algumas das principais tensões nos mercados de hoje podem ser consideradas um aperto artificial… porque nos mercados de petróleo hoje vemos cerca de 6 milhões de barris por dia em capacidade de produção sobressalente que estão com os principais produtores, países da Opep+”, acrescentou o chefe da IEA.

A Opep+, formada pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo, a Rússia e seus aliados, ignorou os apelos dos Estados Unidos e de alguns outros consumidores para bombear mais.

Birol disse esperar que, quando o clube de produtores se reunir em 2 de dezembro para discutir a política, “tome as medidas necessárias para aliviar os mercados globais de petróleo e ajudar a baixar os preços a níveis razoáveis”.

A Rússia pode “facilmente” aumentar suas exportações de gás para a Europa em cerca de 15% para diminuir um aperto no fornecimento e nos preços, acrescentou Birol.

Aumentos graduais – A Opep+ não está discutindo atualmente uma pausa nos aumentos da produção de petróleo, apesar da liberação de estoques pelos Estados Unidos e outros países, disseram três fontes da organização à Reuters.

Os Estados Unidos e várias outras nações concordaram em liberar estoques depois de não conseguirem convencer a Opep a bombear mais petróleo, já que os preços da gasolina nos EUA avançaram, aumentando as pressões sobre o presidente Joe Biden em meio à alta inflação e baixos índices de aprovação.

A Opep argumentou que o mundo em breve enfrentará um novo excesso, apesar de os preços do petróleo subirem em direção ao seu pico desde 2014, acima de US$ 85 por barril.

O grupo vem adicionando 400 mil barris por dia ao seu fornecimento todos os meses para atenuar cortes recordes de produção desde o ano passado.

Alguns analistas de mercado sugeriram que a Opep poderia fazer uma pausa com aumentos de produção após a liberação de estoques por grandes consumidores.

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