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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA têm menor taxa em 52 anos

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Foram criados em média, por mês, 582 mil postos de trabalho | Crédito: REUTERS/Mike Blake

Washington – O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu para o seu menor patamar desde 1969 na semana passada, apontando para firmeza sustentada da economia dos Estados Unidos em um ano marcado por escassez e por uma pandemia sem previsão de término.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuaram em 71 mil, para 199 mil em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 20 de novembro, informou ontem o Departamento do Trabalho. Esse foi o patamar mais baixo desde meados de novembro de 1969. Economistas consultados pela Reuters projetavam 260 mil pedidos na semana passada.

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As solicitações têm diminuído desde outubro, embora o ritmo de redução tenha recuado nas últimas semanas, à medida que os pedidos se aproximam da média pré-pandemia de cerca de 220 mil.

O relatório foi divulgado mais cedo devido ao feriado de Ação de Graças nos EUA, hoje. Os dados podem ser afetados durante a temporada de festas de fim de ano.

Os pedidos caíram de um recorde de 6,149 milhões no início de abril de 2020 e agora estão em uma faixa considerada consistente com condições saudáveis do mercado de trabalho, embora a forte escassez de mão de obra causada pela pandemia esteja impedindo um crescimento mais rápido do emprego.

Foram criados 582 mil postos de trabalho em média por mês neste ano. Havia 10,4 milhões de vagas abertas ao final de setembro. A força de trabalho diminuiu em 3 milhões de pessoas ante seu patamar pré-pandemia, mesmo com o fim dos generosos benefícios financiados pelo governo federal, a reabertura de escolas para o aprendizado presencial e um aumento salarial pelas empresas.

A queda nas solicitações é consistente com os dados de vendas no varejo e produção industrial nos EUA, que sugerem que a economia está retomando fôlego no quarto trimestre após uma desaceleração no período de julho a setembro, quando os casos de coronavírus explodiram durante o verão no Hemisfério Norte e a escassez se tornou mais generalizada.

Revisão da expansão – Um relatório separado do Departamento do Comércio confirmou ontem a forte desaceleração do crescimento econômico no terceiro trimestre. O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 2,1% em taxa anualizada, informou o governo norte-americano em sua segunda estimativa de crescimento do PIB para o período.

Esse ainda foi o ritmo de crescimento mais lento em mais de um ano, mas foi revisado ligeiramente para cima em relação ao ritmo de expansão de 2,0% relatado em outubro. Economistas consultados pela Reuters esperavam que o crescimento do PIB no terceiro trimestre ficaria em 2,2%. A economia cresceu a uma taxa de 6,7% no segundo trimestre.

A revisão para cima reflete um ritmo mais moderado de redução de estoque do que o estimado inicialmente, o que compensou uma grande queda nos gastos do consumidor.

Mas tudo isso está no passado. Os gastos do consumidor parecem ter recuperado a velocidade em outubro, com as vendas no varejo disparando no mês passado, conforme os norte-americanos iniciavam mais cedo suas compras de Natal para evitar prateleiras vazias e pagar ainda mais caro por bens escassos.

Gastos do consumidor – Os gastos dos consumidores nos Estados Unidos aumentaram mais do que o esperado para outubro, à medida que famílias compraram veículos e uma série de outros bens, com os gastos sem sinais de desaceleração apesar da alta inflação e impulsionando as perspectivas econômicas para o quarto trimestre.

O Departamento do Comércio informou ontem que os gastos do consumidor, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica norte-americana, saltaram 1,3% no mês passado, após alta de 0,6% em setembro. Os gastos foram em parte impulsionados por preços mais altos, uma vez que a demanda continua superando a oferta.

A recuperação simultânea das economias globais da pandemia de Covid-19, alimentada por trilhões de dólares em ajuda dos governos, sobrecarregou as cadeias de abastecimento, desencadeando inflação.

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