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Negócios

Boali adquire mineira Horta 31 e já planeja internacionalização

Transação faz parte do plano de expansão da marca

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Com a aquisição, a Boali chega a 78 lojas pelo País, com meta de 180 unidades até o fim de 2022 | Crédito: Divulgação Boali
Com a aquisição, a Boali chega a 78 lojas pelo País, com meta de 180 unidades até o fim de 2022 | Crédito: Divulgação Boali

O foco é ser a maior rede de alimentação saudável do mundo. Para isso, a paulista Boali dá início ao seu plano de internacionalização da marca e reforça a posição no Brasil, comprando a Horta 31 – rede mineira de fast food de saladas, ampliando suas operações nacionais em 15 unidades. Com a aquisição, a Boali chega a 78 unidades pelo País, com meta de 180 unidades até o fim de 2022.

Sem revelar o valor da transação, o CEO da Boali, Rodrigo Barros, destaca que a estratégia vai além do crescimento inorgânico da marca. E as aquisições não devem se restringir à empresa sediada em Belo Horizonte.

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“A Horta 31 foi inspirada na Boali, mas também era uma inspiração pra gente. Eles sempre desenvolveram um trabalho brilhante e conseguiram fazer um movimento de alimentação saudável em Belo Horizonte. Essa compra significa agregar talentos. Esses meninos criaram uma casca, um preparo que a gente não vai achar em um executivo qualquer. A decisão foi pautada na visão de sermos a maior do mundo. Estamos prontos para ganhar escala e temos um time que vem de muitos anos junto, maduro”, explica Barros.

Com a aquisição, os três sócios da Horta 31 entram para a Boali: Luiz Gustavo Moreira à frente da área de Expansão e Franquias; Guilherme Astone, como diretor de Suprimentos e Cadu Moreira entra para a área de Operações, já com o intuito de desenvolver a área de Operações Internacionais no futuro próximo.

A marca Horta 31 vai continuar existindo e ter suas características, inclusive o cardápio, preservadas. A expansão, porém, se dará agora apenas com a bandeira Boali. As equipes de retaguarda  serão integradas assim como a cadeia de suprimentos, com as unidades Horta 31 recebendo insumos do centro de distribuição centralizado pela Boali.

“Concentramos a distribuição, trazendo eficiência e padronização para toda a rede. Integramos o sistema de PDV, aplicativos, programa fidelidade e a relação com o Ifood que é nacional. Já nos reunimos com todos os franqueados Horta 31 para que eles soubessem em primeira mão o que estava acontecendo e ficassem tranquilos sobre o futuro. Não temos a intenção de trocar a bandeira das lojas em Minas Gerais. Temos um grande respeito pela história construída no Estado e pelos consumidores que vão continuar frequentando as ‘suas’ lojas preferidas”, pontua.

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A marca acaba de lançar seu formato quiosque e exige investimento médio de R$ 200 mil para abertura de uma unidade. Em Minas Gerais as próximas inaugurações estão previstas para Uberlândia e Uberaba, no Triângulo Mineiro.

“Ao vender a Horta 31, claro que tivemos aquele sentimento de que é um filho que voa, mas não para longe, é como se estivesse entrando na melhor universidade do mundo. Nos inspiramos na Boali desde o início e o interesse deles é um motivo de orgulho. E estamos indo juntos, então o que estamos fazendo é ver o negócio crescer e frutificar”, afirma o agora sócio e líder da Área de Expansão e Franquias da Boali, Luiz Gustavo Moreira.

A Horta 31 foi inspirada na Boali, mas também era uma inspiração para a paulista Boali | Crédito: Divulgação Horta31

Internacionalização

Prevendo as primeiras inaugurações para o fim do ano, os empresários dão poucos detalhes sobre as operações fora do Brasil. Já é sabido que estão na mira os mercados norte-americano e europeu e que as operações deverão ser conduzidas por empresários locais.

“Não vamos focar nossas vendas para as comunidades brasileiras. Acredito que se você quer crescer nos Estados Unidos, por exemplo, tem que querer vender para os norte-americanos. Por isso também buscamos parceiros locais e não brasileiros residentes. Outro ponto importante é que vamos com a marca Boali, não vamos trocar o nome. Quando escolhemos a marca, já pensamos em um nome que pudesse ser utilizado em qualquer lugar do mundo”, destaca o CEO da Boali.

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