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Campinas Celulares tem boom nos negócios e abre filial em Nova Lima

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Chegada em Minas inaugurou modelo de negócios em contêineres | Crédito: Glaucia Rodrigues

A verdadeira paixão que os brasileiros nutrem pelos celulares tomou proporções inimagináveis durante a pandemia. Dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para o mês de janeiro de 2021, indicam que o Brasil terminou o mês com 235,4 milhões de celulares e densidade de 110,62 cel/100 habitantes. 

Obrigados, devido às medidas de distanciamento social, a trabalhar e estudar remotamente, consumidores precisaram trocar equipamentos e consertar velhos companheiros, já que o dinheiro ficou mais curto para a maioria. Os celulares  tomaram, definitivamente, o posto de melhor e insubstituível amigo de trabalhadores e estudantes.

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E foi atendendo a essa demanda que a Campinas Celulares viu os negócios explodirem, dobrando o número de lojas e aumentando o faturamento em 30% no ano passado. 

Especializada também em consertos de celulares, a rede abriu a primeira unidade mineira em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), lançando um novo modelo: a loja em contêiner.

Mangulin: em 2020 a rede saltou de seis para 15 unidades | Crédito: Gláucia Rodrigues

De acordo com o CEO da Campinas Celulares, Clayton Mangulin, em 2020 a rede saltou de seis para 15 unidades e a procura por consertos de celulares aumentou bastante com o home office e homeschooling, também porque os preços de equipamentos novos subiram na pandemia.

“Nossa chegada em Minas nos proporcionou um novo modelo de negócios. Até então não tínhamos lojas em contêineres, essa foi uma opção proposta pelo nosso franqueado enquanto buscávamos um ponto. Hoje estamos no estacionamento de um shopping center performando muito bem, apesar das medidas de restrição de circulação. Pretendemos levar esse modelo para outros lugares”, explica Mangulin.

Perfil do negócio

A Campinas Celulares mira em cidades acima de 80 mil habitantes. O investimento médio para abertura de uma unidade varia de acordo com o modelo de negócio: quiosque, R$ 90 mil, loja de rua, R$ 100 mil, contêiner, R$ 120 mil, e loja de shopping, R$ 150 mil.

A expectativa é de que, até o fim de 2021, sejam abertas mais 50 unidades da rede, delas, cinco em Minas Gerais. Um dos objetivos é seguir com espaços agregados às grandes redes de supermercados locais.

“Os supermercados nos garantem pontos de grande circulação e, de certa forma, também chancelam nossos serviços. As redes locais, além de capilaridade, têm a confiança do consumidor”, completa o CEO da Campinas Celulares.

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