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Lei da Atração

Tudo o que alguém possa desejar já existe e está disponível no mundo. Acredite ou não, compreenda ou não, a Lei da Atração age sobre a vida de todos. Em Quintessência, o escritor, terapeuta e neurocientista William Sanches aprofunda um dos conceitos mais difundidos nos últimos anos para estimular o leitor a cocriar a própria realidade. Publicada pela Luz da Serra Editora, a obra detalha os mecanismos da Lei da Atração para romper com o senso comum de que “basta imaginar, sentir e acreditar” para se conquistar algo – material ou não. “Não é exatamente assim que funciona”, comenta o autor, que apresenta cinco elementos responsáveis por ativar uma nova realidade em quem se abre a essa intenção. A novidade do método criado pelo escritor consiste em acelerar esse processo. Em uma abordagem completa e mais de 400 páginas, o leitor vai encontrar um diálogo aberto e estimulante, informações, frases célebres, dicas e até checklists com o objetivo de se autoavaliar para limpar os sentimentos e transformar a vibração. Reconhecer oportunidades, acelerar resultados, abandonar velhas crenças, clarear os objetivos, ter ideias rentáveis e ser valorizado são alguns dos resultados deste processo terapêutico. (Quintessência – Lei da Atração Acelerada, William Sanches, Luz da Serra Editora, 424 páginas, R$ 69,90)

A luta contra o avanço dos brancos

Depois que os invasores holandeses foram expulsos do Nordeste, a guerra foi direcionada para a região dos Palmares. Este é o ponto de partida da ficção histórica do escritor Víktor Waewell. Novo Mundo em Chamas conta a história do sargento Ernesto, personagem que junto com todos da expedição tinha o objetivo de recapturar milhares de escravos e dominar o território. Narrado em terceira pessoa, cada capítulo se alterna com o ponto de vista de uns dos protagonistas. Ao misturar personagens fictícios com figuras históricas, Víktor enriquece a produção ambientada em Recife, Maceió, Porto Calvo e União dos Palmares. Negro nascido livre, filho de uma ex-escrava e português, Ernesto é enviado a Palmares para traçar a rota de ataque para o exército dos senhores, acompanhado de um índio como guia. Porém, no caminho, ele se depara com um mundo desconhecido quando encontra Diara, uma bela guerreira disposta a morrer pela liberdade. O protagonista se vê entre o dilema de escolher entre Palmares, que é a sua grande causa, ou os laços familiares. Viktor Waewell impressiona com a reconstituição do momento histórico. O primoroso trabalho de pesquisa foi revisado e atestado pelas historiadoras Náuplia Lopes e Mayra Melo, para garantir um enredo fidedigno ao vivido na região dos Palmares. (Novo Mundo em Chamas, Víktor Waewell, publicação independente, 420 páginas, R$ 32,70 – físico e R$ 14,30 – e-Book)

Histórias reais de fé e coragem de quem sobreviveu à tortura

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A liberdade religiosa é um pilar importante das democracias modernas. No entanto, a perseguição, a tortura e, muitas vezes, a morte de cristãos é uma aterradora realidade que persiste ainda no século XXI. De acordo com a Lista Mundial da Perseguição 2021 (Missão Portas Abertas), apenas entre 2020 e 2021, a morte de cristãos aumentou 60%, passando de 2.983 casos para 4.761, respectivamente. Com objetivo de conscientizar as igrejas e os leitores sobre esse delicado tema, a Editora Mundo Cristão lança no Brasil o livro Eu sou n: relatos de cristãos que enfrentam o extremismo islâmico. Organizado pela missão A Voz dos Mártires, instituição fundada pelo pastor Richard Wurmbrand, que existe desde 1967 com objetivo de servir às igrejas perseguidas ao redor do mundo. A obra apresenta histórias reais, lições de perdão, resiliência, amor ao próximo, fé e coragem. Eu sou n reúne fatos reais que aconteceram com cristãos da Nigéria, China, Malásia, Paquistão, entre outros países, durante os anos 2001 e 2015. Tais histórias são verdadeiros exemplos de fé e coragem diante do extremismo e da violência, e uma fonte de lições contundentes sobre superação e integridade em meio a situações difíceis. Sem promover qualquer discriminação entre religiões, o livro traz uma mensagem de esperança e incentiva o despertar dos leitores para se engajarem no combate à perseguição religiosa, a serem protagonistas na construção de um mundo em que haja paz, segurança e liberdade. (Eu sou n – Relatos de cristãos que enfrentam o extremismo islâmico, organizado pela missão A Voz dos Mártires, Editora Mundo Cristão, 256 páginas, R$ 49,90)

Clássico na luta antirracista é relançado no Brasil

Oito décadas. Este é o tempo que separa o momento atual dos ensinamentos do historiador negro Carter G. Woodson trazidos na obra-prima A (des)educação do negro. Publicado em 1933, o épico manual antirracista, que prepara o negro para cumprir sua pária social, segue relevante e atual. Para que não seja esquecida, a Editora Edipro relança a obra icônica com prefácio assinado pelo rapper e escritor Emicida, que incorpora ao debate coletivo suas experiências pessoais. Carter G. Woodson é considerado o pai da história negra americana. Filho de escravos, trabalhou em minas de carvão antes de se graduar na Universidade de Chicago. O autor é o segundo negro dos EUA a obter um PhD pela Universidade de Harvard, na qual também lecionou. A obra de Carter demonstra que o sistema não prepara o estudante negro para o sucesso e o impede de ter uma identidade própria, doutrinando para que assuma uma posição de submissão social. Após 40 anos de reflexão para, então, publicar a obra, Carter condenou os padrões de ensino eurocentrados; modelos escolares que desprezam a história e cultura africana; a inferiorização dos saberes de outras culturas, sobretudo de matrizes africanas, e aponta soluções para os problemas raciais. A principal mensagem do autor é mostrar que a educação formal das pessoas negras não é usada como instrumento de transformação. Mesmo depois de oito décadas passadas essa constatação ainda está presente. E Emicida sintetiza o que deve ser feito na última frase de seu prefácio: “o que temos nesses escritos antigos é como uma bússola, que (…) ainda continua bastante atual e pode oferecer soluções valiosas para que o amanhã não seja só um ontem, com um novo nome.” (A [des]educação do negro, Carter G. Woodson, Editora: Edipro, 128 páginas, R$ 31,90)

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