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Contos que curam

Sempre que se fala de contos, seja de fadas, ou em geral, há o pensamento de entreter e divertir as crianças. Porém, essas histórias são mais que um instrumento de diversão, elas são capazes de auxiliar no desenvolvimento humano e a prova disso é a obra “Contos que curam” (Ed. Literare Books International). O livro reúne estudos, contos e oficinas de um grupo de 24 especialistas para apresentar os significados e também as mensagens que as histórias transmitem, tanto para a mente consciente, quanto para a inconsciente. A coordenação editorial é de Claudine Bernardes e Flávia Gama e, dentre as autoras, cinco são de Belo Horizonte, sendo elas, Ananda Sette, Flávia Gama, Lourdes Machado, Helena Lobo e Priscila Dutra. Cada uma escreveu um capítulo com um conto e uma oficina de conto expressão. A obra “Contos que curam” utiliza a simplicidade da linguagem simbólica para o desenvolvimento pessoal de forma lúdica, ética e leve. Na medida em que as narrativas se desenrolam, dão espaço à consciência, mostrando os caminhos para satisfazer as necessidades e os desejos. Ou seja, ocorre uma verdadeira transformação interior, que acaba transcendendo sobre toda a vida do indivíduo. (Contos que curam, coordenação editorial: Claudine Bernardes e Flávia Gama, Literare Books International – 1a edição, 216 páginas, R$ 50,00)

1%

Algumas vezes já questionamos o que fez com que chegássemos até aqui. Sorte, azar, amigos, acaso, limites ou oportunidades. Tudo isso é real, entretanto, há atributos essenciais que nos move para frente, e que sem eles nada seria possível, como por exemplo, ambição, disciplina, aceitação e espiritualidade. Essa é a temática do novo livro do escritor, advogado e palestrante, Paulo Leme Filho, que com estes adjetivos fizeram com que conseguisse sua abstinência da doença do alcoolismo há 22 anos. “1%” é uma obra da editora Scortecci e tem 80 páginas divididas em 10 capítulos. No novo livro, estudos mostram que é ínfima a parcela de portadores da doença do alcoolismo que conseguem superar este mal e permanecer em abstinência de maneira efetiva e duradoura ao longo da vida, e Paulo Leme Filho pertence a esse grupo. Ao ter conhecimento acerca deste cenário devastador, o escritor começou a investigar quais aspectos tinham sido determinantes para que ele conseguisse se recuperar da doença e, por consequência, voltar às aulas de Direito na Faculdade São Francisco e alcançar significativo sucesso em sua atuação profissional. (“1%”, Paulo Leme Filho, Grupo Editorial Scortecci, 80 páginas, R$ 30,00)

Conveniência é o nome do negócio

Chega às livrarias a obra “Conveniência é o Nome do Negócio”, de Arthur Igreja, lançado pela editora Planeta. Empresário, palestrante, TEDx speaker e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Igreja é uma das principais referências da atualidade em inovação, tecnologia, gestão e empreendedorismo, com atuação profissional em mais de 25 países. Com prefácio do economista Ricardo Amorim, o livro aborda os erros e acertos dos empresários na busca de inovações em seus negócios e o cenário atual dos superconsumidores na era da conveniência, além de destacar as principais tendências no Brasil e no mundo em termos de tecnologia disruptiva adaptadas para o pequeno empreendedor. No decorrer dos nove capítulos, o leitor vai conhecer cases de grandes empresas, mas também sobre startups e companhias tradicionais brasileiras que alcançaram o sucesso e escalaram os seus negócios porque estavam atentas às mudanças comportamentais do consumidor e se preocuparam em achar formas de se adaptar aos novos tempos. São histórias de empresários que, muito além de buscarem uma disruptura tecnológica, quebraram modelos de atendimento vencidos. Isso porque, não é a melhor tecnologia que ganha, e sim o modelo de negócio mais conveniente ao consumidor. (Conveniência é o Nome do Negócio, Arthur Igreja, Planeta – Selo Planeta Estratégia, 147 páginas, R$ 36,90)

Pare de Vender Assim

O consumidor consciente está trazendo mudanças para o mercado. Simultaneamente, empresas estão revolucionando o sistema de negócios e aderindo a este novo universo, pautado pelo propósito e impacto socioambiental positivo. No entanto, não bastam apenas as marcas estarem inseridas nessa transformação. A imersão deve ser integral, incluindo, principalmente, quem está na linha de frente: o vendedor. Apresentar um novo paradigma sobre a forma de vender é a proposta dos autores, que discorrem sobre conceitos fundamentais para uma venda com significado. “Pare de Vender Assim” sugere uma transformação de mindset, onde produtos e serviços são vistos como ferramentas para fortalecer resultados e tornar o mundo um lugar ainda melhor, mais humano e consciente. (Pare de Vender Assim, Editora Voo, Fred Alecrim e Kiko Kislansky, 176 páginas, R$ 39,00)