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Faculdade de BH lança iniciativa para desenvolver ideias inovadoras no setor de medicina

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Justino: vamos criar celeiro de startups | Crédito: Divulgação

A Fundação Lucas Machado (Feluma) – mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (CMMG), entre outras instituições -, lança, no dia 29 de abril, o Feluma Ventures, em parceria com a FCJ Venture Builder e a Saúde Ventures. O evento será transmitido pelo site da Feluma, às 19 horas.

O objetivo é desenvolver, por meio do corporate venture building, ideias inovadoras na área de saúde e ensino. O projeto tem potencial junto aos 3 mil alunos da fundação, nas graduações em medicina, fisioterapia, enfermagem e psicologia e está aberto também para o público externo, no Brasil e exterior.

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De acordo com o CEO do Grupo FCJ Venture Builder, Paulo Justino, o modelo funciona de maneira diferente de um fundo de capital tradicional. As venture builders são organizações que constroem startups usando recursos próprios. São também conhecidas como “fábricas de startups”, em um modelo que compartilha recursos, como infraestrutura, marketing, jurídico, contábil, entre outros. Diferente dos modelos tradicionais, o Venture Builder 4.0 incorpora a cultura de inovação aberta (open innovation), ou seja, em vez de criar suas próprias startups, busca-se no mercado soluções inovadoras para desenvolvê-las.

“A ideia da Feluma Ventures é criar um hub de desenvolvimento de startups, gerando inovação disruptiva dentro da academia. Queremos aproximar a universidade e o mundo das startups. Será um ambiente de inovação aberta, para estimular a comunidade acadêmica e a quem mais se interessar. Uma inovação só existe se ela melhorar a vida das pessoas. Existe um ambiente propício para isso em Belo Horizonte, com vários movimentos no mesmo sentido”, explica Justino.

As startups interessadas poderão fazer sua inscrição a qualquer momento. Para ser uma das escolhidas é preciso já ter desenvolvido um MVP (produto mínimo viável). A expectativa é de que sejam cerca de 40 novas empresas desenvolvendo soluções para problemas globais e não apenas brasileiros.

Não há limite de investimento por startup escolhida. O objetivo é que elas se desenvolvam e fortaleçam utilizando o aporte e estrutura da Feluma Ventures até estarem prontas para buscar investidores do mercado de capitais global tradicional.

“Gosto de dizer que ‘sujamos as mãos’, trabalhamos nas startups e não apenas injetamos dinheiro. Temos uma experiência de oito anos desenvolvendo startups e estamos presentes no mundo todo, abrindo o mercado mexicano agora. Trabalhamos nos tornando sócios e co-fundadores das startups. Queremos trazer para dentro também os egressos da Feluma, não só para serem empreendedores, mas também para compartilharem experiências e serem mentores, devolvendo parte do que recebemos à sociedade”, pontua o executivo.

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