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Crédito: Patrick Grosner

Iniciativa inédita no mundo, foi inaugurado na última quinta-feira na região Centro-Sul da Capital o Mining Hub. O empreendimento deverá acelerar 42 startups e investir cerca de R$ 6 milhões até o fim deste ano.

Startups, mineradoras, fornecedores do setor e pesquisadores irão trabalhar juntos para levar inovação e aumentar a competitividade do setor. ‘Hub da Mineração’ é um ambiente de inovação aberta que já conta com 18 mineradoras, entre as maiores do País, além de fornecedores do setor.

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De acordo com o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), a proposta da estruturação do Hub da Mineração surgiu das mineradoras e conta com o apoio da entidade. Já são 18 mineradoras participantes: Anglo American, AngloGold Ashanti, ArcelorMittal, Bahia Mineração, Bemisa, CBMM, CMOC, CSN, Ferrous, Gerdau, Kinross, J. Mendes, Mineração Morro Verde, NexaResources, RHI Magnesita, Samarco, Mineração Usiminas e Vale. Além das mineradoras, empresas da cadeia de fornecedores também estarão no empreendimento: Accenture, Haver &Boecker, IHM Stefanini, ISQ, LGA Mineração, Outotec, Petronas, Sotreq, Thyssen Krupp.

Mesmo que sejam concorrentes em vários mercados, as mineradoras irão atuar em conjunto. “Elas e os demais participantes do projeto desenvolverão as soluções em conjunto e as compartilharão para que todas sejam beneficiadas. O Hub representa mais do que um espaço de inovação.

É um novo marco nas relações comerciais e institucionais da mineração brasileira e, também, um diferencial competitivo setorial perante os competidores internacionais”, avalia o diretor-presidente do Ibram, Walter Alvarenga.

“Além de uma iniciativa pioneira no setor, o Mining Hub consiste no espaço ideal para a experimentação. Essa parceria com as startups e os projetos de base tecnológica possibilitará que as mineradoras brasileiras se tornem ainda mais competitivas, seguras e com operações mais sustentáveis. Mais do que soluções para as cinco áreas de atuação elencadas neste primeiro ciclo, estamos construindo uma nova cultura pautada no compartilhamento de experiências e de conhecimento, na criatividade e na inovação. A longo prazo, estaremos mais próximos dos stakeholders e mais capazes para atrair novos talentos, sendo estas as maiores conquistas do projeto”, diz o CEO da Ferrous Resources do Brasil, Jayme Nicolato.

“A Vale está sempre ampliando o olhar para o ambiente externo, buscando parceria com instituições, fornecedores, outras mineradoras e startups. O Mining Hub é um ponto de convergência desse grupo. Esperamos ter acesso a propostas e ideias inovadoras, porém, maduras, factíveis e viáveis para o negócio”, afirma o CIO Global da Vale, Gustavo Vieira.

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Propostas – No início de dezembro foi divulgado um edital e até 25 de janeiro de os empreendedores poderão cadastrar suas propostas. Neste primeiro ciclo, deverão ser acelerados projetos inovadores voltados a cinco áreas de atuação: Segurança (Operacional e SSO – segurança e saúde ocupacional); Gestão da Água; Fontes de Energia Alternativa; Eficiência Operacional; e Gestão de Resíduos. No período de um ano estão previstos três ciclos de aceleração de projetos.

Ocupando um andar inteiro da WeWork, inaugurada em novembro de 2018, o Hub da Mineração é executado dentro do WeWorkLabs, plataforma de inovação que oferece suporte a startups e a grandes empresas que busquem projetos capazes de transformar os seus setores.

“O Mining Hub é o primeiro espaço com atuação do WeWorkLabs no mundo com foco em um segmento específico, uma iniciativa que surgiu liderada pelas próprias mineradoras e beneficia todos os envolvidos. De um lado, grandes empresas se beneficiam da criatividade e inovação trazidos pelas startups, que, por sua vez, conseguem ter acesso aos principais players do setor e atuar de maneira efetiva na solução de desafios reais”, afirma o responsável pelo WeWorkLabs em Minas Gerais, Bruno Scolari.

A Neo Ventures é a empresa responsável pela operacionalização do Mining Hub. Ela faz a ponte entre mineradoras e todos os stakeholders envolvidos; desenvolve e executa projetos para grandes empresas, governos e ambientes de inovação, cujos representantes acreditam que as parcerias com startups e centros de tecnologia são diferenciais competitivos para a sobrevivência e a transformação das suas instituições.

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