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K-Happy e Coffee lançam bebida com edição limitada

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José Felipe Carneiro (esq) e Leo Montesanto: ideia de trabalhar junto já vinha há muito tempo | Crédito: Divulgação
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A paixão pelos sabores de Minas Gerais e a crença de que todo brasileiro tem o direito e precisa conhecer os melhores produtos que saem da nossa terra levaram duas empresas mineiras a buscar um sabor em comum, único e cheio de “terruai”.

Coffee ++ e K-Happy Kombucha lançaram a edição limitada da K-Happy Geisha, reunindo a bebida probiótica, que virou tendência no último ano, e as notas florais de um dos cafés mais valiosos do mundo, o Geisha.

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A aceitação foi tão boa que as 10 mil unidades se foram em apenas dois dias. Uma nova edição já está chegando aos pontos de venda em supermercados, drogarias e lojas especializadas em produtos naturais.

De acordo com o fundador da Coffee ++, Leo Montesanto, a ideia de trabalhar junto com o sócio-fundador da K-Happy Kombucha, José Felipe Carneiro, já vinha há muito tempo.

“O Zé Felipe me ajudou muito quando comecei a Coffe ++ e combinamos que tínhamos que fazer alguma coisa juntos. Para esse trabalho, optamos pelo Geisha porque hoje é o café mais desejado do mundo. Ele é reconhecido mundialmente pelas notas florais e tem acidez de limão. Mas não queríamos fazer uma kombucha que só remetesse a café, queríamos atributos sensoriais diferentes, que valorizassem os dois lados. E eles, com toda a expertise em fermentação que desenvolveram, conseguiram extrair esses atributos”, relembra Montesanto.

A K-Happy Kombucha é uma infusão de chás criada a partir da Camelia Synensis e fermentada com uma Scoby (cultura de bactérias e leveduras), com propriedades antioxidantes que auxiliam no funcionamento e equilíbrio do corpo e da mente. Já o Geisha foi campeão do Cup of Excellence 2018, principal concurso de qualidade de cafés para produtores do mundo.

Esse café atingiu o recorde com a maior pontuação (93,89), segundo a metodologia internacional da SCA (que é associação mundial de cafés especiais) responsável por avaliar fragrância, sabor, acidez, uniformidade, entre outros. Além do título, o café conquistou o maior valor de venda da história brasileira do concurso, tornando-se assim um dos mais valiosos do mundo.

Velocidade de consumo na gôndola ditará próximos passos | Crédito: Divulgação

O processo de pesquisa para que fosse criada a nova bebida levou cerca de 45 dias. Realizada no laboratório de engenharia de alimentos da marca de bebida fermentada, envolveu a composição de uma série de blands que tiveram suas características físico-químicas testadas. Dos melhores, coube ao criador da empresa de café escolher o melhor sabor.

“Recebemos o melhor café do mundo e para combinar os sabores eram necessários muitos testes. A gente precisava achar o equilíbrio. O meu pai foi fazendo os blands até que ficaram dois que o Leo provou e escolheu.Temos também que saber confiar no nosso feelling. E deu certo!”, comemora Carneiro.

Ainda que façam algum mistério, é certo que a parceria vai continuar e que a K-Happy Geisha se torne permanente e outros sabores sejam lançados. A proposta é abrir a distribuição a partir de Minas Gerais para o resto do Brasil.

“Queremos oferecer mais do que produtos, queremos compartilhar um estilo de vida. A parceria mostra para o resto do mundo que somos criativos. Utilizar o estilo de café mais desejado, colocando numa bebida fermentada pouco conhecida é algo novo. A representatividade disso é uma inovação do empresariado mineiro, com jovens à frente das empresas, fazendo barulho no mercado nacional. É inventividade no nível máximo e todo o mercado sai ganhando com isso”, destaca o fundador da K-Happy.

“Estamos com pedidos para outros estados. O primeiro destino é São Paulo. O ideal é irmos para lugares onde é fácil explicar e eles têm a cultura do café muito parecida com a nossa. A velocidade de consumo na gôndola é que determina se a edição pode se tornar ilimitada”, entrega o executivo da Coffe++.

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