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Negócios

Livro aborda importância do respeito ao legado do fundador de uma empresa

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Trocar o comando de uma empresa familiar sem planejar a sucessão pode se tornar um processo ainda mais doloroso quando falta reconhecimento e empatia pelo trabalho desenvolvido pelo fundador. No livro, Sucessão ou Promoção? (Ás Editorial), o autor Hamilton Ibanes, consultor da Mesa Corporate Governance, quebra paradigmas e desmistifica práticas ao mostrar que afastar ou expulsar o responsável pela construção do negócio por conta da idade avançada, por exemplo, é um erro crucial cometido contra quem dedicou uma vida inteira à organização e pode até mesmo arriscar a sustentabilidade da empresa.

Independentemente do porte do negócio, a falta de planejamento para a troca de comando provoca traumas e verdadeiros pesadelos durante a transição mal preparada. Na maioria dos casos, a pressa em tirar o fundador ou deixá-lo de lado quando ele é, na verdade, a pessoa mais experiente, torna o processo cruel. “O fundador não é um objeto para ser descartado de uma hora para outra. É preciso que os sucessores reconheçam e respeitem seu legado e sua contribuição para a sociedade. Ele gerou empregos, sustentou famílias e pode, ainda, se sentir vulnerável num momento tão importante da vida”, alerta o autor.

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O autor lembra que em países como o Japão, por exemplo, o qual visitou mais de 10 vezes quando atuou como presidente da filial da empresa japonesa no Brasil, presenciou várias vezes os colaboradores reverenciando o fundador da companhia, reforçando um ato de respeito e agradecimento pelo trabalho desenvolvido. “Com o aumento da longevidade, é possível que o fundador seja promovido e esteja preparado para uma nova jornada e outros desafios, podendo ser o embaixador da marca ou até mesmo integrante do conselho”, sugere Ibanes.

Mas para uma troca de bastão ser bem-sucedida, o mais indicado é que a preparação comece com muita antecedência, para que todas as partes envolvidas estejam conscientes e tranquilas quanto ao processo – o fundador, os sucessores e os acionistas. Além de proteger a empresa de eventuais riscos, o planejamento estabelece regras e boas práticas de gestão para garantir a perenidade da empresa. “Não há como obrigar o fundador a ir embora e ele não quer isso. Ele quer ter segurança de que tudo que criou não vai desaparecer. É um processo de convencimento, não de isolamento”, explica.

Em Sucessão ou Promoção?, o autor também conta o processo sucessório de quatro famílias empresárias: famílias Noronha Kaiser (Grupo Cene), Cabral (Via Pajuçara), Oliveira (Grupo Lara) e Zen (Grupo Zen). Por meio de depoimentos, sucessores e sucedidos mostram a importância da implementação de novas práticas de gestão e de governança corporativa, contam experiências e relatam os desafios enfrentados para dar continuidade ao negócio familiar. “São exemplos de empresas que passaram pelo processo em momentos diferentes, em situações específicas, trazendo ao leitor a possibilidade de conhecer outros cenários de sucessão”, afirma Ibanes.

FICHA TÉCNICA

Título: Sucessão ou Promoção?
Subtítulo: Um novo olhar sobre o processo sucessório
Autor: Hamilton Ibanes
Selo: Ás Editorial
Páginas: 144
Gênero
: Negócios
Preço de capa: R$ 59,90

Conselhos de Administração podem ser decisivos

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Recém-lançado, o livro “Bora Mudar o Jogo – Participar de um Conselho de Administração Compartilhado orienta sua estratégia, fortalece seu negócio e amplia sua visão”, escrito por Gustavo Succi e Luciano Garcia, sócios do Conselho Mudando o Jogo (CMJ), empresa especializada em Conselhos Consultivos compartilhados para pequenas e médias empresas, que tem como propósito, democratizar o acesso aos Conselhos que são o órgão máximo da governança corporativa das empresas.

Baseado nos quatro pilares do CMJ – propósito, cultura, pessoas e finanças -, o livro conta a trajetória e apresenta a metodologia do conselho, relata depoimentos e cases que ilustram como pequenas e médias empresas se adaptam à nova economia, que exige competências diferentes das atuais, enfrentam a concorrência, gerenciam equipes e se planejam para o futuro.

“A ideia do livro surgiu como uma estratégia de posicionamento e, ao mesmo tempo, de marcar e referenciar uma expertise. Quando começamos a escrever entendemos que estávamos diante de uma metodologia, testada e aprovada, cujos benefícios precisavam ser compartilhados. O brasileiro, de um modo geral, é empreendedor nato, mas muitos precisam de orientação”, comenta Succi.

Bora Mudar o Jogo reúne depoimentos de empresários, CEOs, consultores e especialistas em gestão de negócios, muitos deles ligados ao CMJ.

Para Luciano Garcia, o livro é um instrumento de apoio para que as pessoas e as empresas se preparem para as mudanças. “É preciso estar alinhado com o novo mercado e com as tendências, mas, ao mesmo tempo, é importante estar atento às coisas fundamentais como fluxo de caixa, equipe, fornecedores e clientes.”

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