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Minas recebe novas estações de abastecimento de carros elétricos

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Estações serão instaladas no estacionamento da Loja Elétrica | Crédito: Divulgação

De certo o mercado de carros elétricos no Brasil ainda é incipiente, mas a tecnologia vem se tornando mais barata e se popularizando. Uma dúvida recorrente, porém, entre os candidatos a proprietários, é sobre o abastecimento dos equipamentos. A quantidade de eletropostos ainda é pequena no País e seria seguro e economicamente viável fazer a recarga das baterias em casa?

De acordo com o técnico comercial do Grupo Loja Elétrica, Herbert Abreu, o procedimento de recarga é mais simples do que se imagina e não oferece quaisquer riscos.

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O Grupo Loja Elétrica vai ampliar o seu conjunto de estações para abastecer os carros elétricos e híbridos em Belo Horizonte e no interior de Minas. Além dos três pontos já disponíveis nas filiais da Capital e região metropolitana, o projeto da empresa é inaugurar em breve mais um posto de abastecimento na filial da avenida Pedro II, em Belo Horizonte, e nas unidades de Ipatinga e Uberlândia, no interior do Estado.

Os equipamentos de recarga disponibilizados pela empresa para o consumidor final possuem o interruptor diferencial residual, um dispositivo de proteção elétrica capaz de desenergizar o circuito sempre que houver alguma fuga de corrente em grande quantidade, evitando choques elétricos.

As estações ainda são equipadas com dispositivos de proteção contra surtos, os DPS, que inibem a variação de tensão. Eles atuam na proteção direta da rede elétrica interna contra uma possível sobrecarga causada por um surto atmosférico externo.

“Como formadora de opinião, a Loja Elétrica tem como missão sair na frente para atender nossos clientes, inclusive nas suas necessidades futuras. Olhar para o futuro e perceber o que vai ser uma necessidade. Não podemos não estar preparados. Isso dá tranquilidade ao consumidor. O objetivo do nosso investimento é oferecer equipamentos que as pessoas possam comprar, levar pra casa. Eles são seguros, protegem a pessoa e o patrimônio, viabilizando a durabilidade da bateria. O equipamento gerencia a carga do automóvel. A partir de agora os arquitetos vão considerar nos seus projetos. O equipamento não gasta mais do que é pedido pelo carro. Estamos orientando as empresas de engenharia, projetistas e leigos que vão construir”, afirma Abreu.

Além dos equipamentos, a Loja Elétrica capacita a mão de obra para instalação. Profissionais interessados em se tornarem instaladores devem ficar ligados no site e nas redes sociais da Loja Elétrica para saber o calendário dos cursos assim que forem permitidas aulas presenciais. O curso será ministrado no laboratório da rede.

“Nosso papel não é só comercializar, é conscientizar o cliente, seja ele o consumidor final ou o profissional do ramo. Assistimos agora o desabrochar da energia fotovoltaica. Há, pelo menos, 20 anos já atendemos esse mercado. Em 2012 começamos a atender o público que queria construir suas usinas. Quando o mercado aconteceu em 2014 estávamos preparados. Esse é o caso dos carregadores elétricos. Como sociedade estamos substituindo o combustível fóssil pela energia elétrica, mas precisamos entender como utilizar essa energia de forma racional, para não trocar um problema por outro. A energia fotovoltaica ajuda a resolver essa equação. Temos uma energia barata e limpa para suportar o grande crescimento de consumo que a eletrificação da mobilidade no mundo vai ocasionar. Faz parte da nossa missão ajudar as pessoas a entenderem esse ciclo. Os projetos de engenharia civil já começam a prever da usina de energia fotovoltaica aos carregadores de carros elétricos”, explica o técnico comercial do Grupo Loja Elétrica.

Mercado

Segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), em 2020 o número de veículos eletrificados no Brasil chegou a 42,2 mil unidades, o que equivale a 1% de toda a frota do País. A contagem inclui as três tecnologias de propulsão eletrificada disponíveis no Brasil: os automóveis e comerciais leves elétricos híbridos não plug-in e plug-in (HEV ou PHEV) e elétricos a bateria (BEV) – estes últimos são os 100% elétricos. Foi um crescimento recorde: 66,5% mais emplacamentos em 2020 do que em 2019.

Ainda de acordo com a ABVE, o mercado nacional de automóveis elétricos e híbridos deve crescer de 300% a 500% nos próximos cinco anos. Já é possível encontrar modelos de carros elétricos a partir de R$ 130 mil.

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