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Radar indica MG como estado mais rentável

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Crédito: Divulgação

Líder no ranking dos estados brasileiros com maior potência instalada de energia fotovoltaica na geração distribuída, Minas Gerais não apenas responde sozinha por quase 20% de todo o parque brasileiro de energia solar, mas também é destaque quando o assunto é a competitividade dos sistemas. Por algumas características, o Estado é capaz de oferecer projetos mais rentáveis, ou seja, com menos placas fotovoltaicas se produz mais energia.

A informação consta do Radar Solfácil – índice de mercado realizado pela Solfácil, primeira fintech do mercado de energia solar do Brasil, sediada em São Paulo. O Radar define o valor do R$/Wp (real x watt pico) por faixa de potência, em cada estado. Esse valor serve como métrica de comparação para a precificação de projetos de energia solar, e são dados importantes para os integradores terem um panorama do comportamento do mercado.

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O CEO da fintech, Fábio Carrara, explica que os preços de Minas Gerais são bastante competitivos, mas não os mais baixos do Brasil, girando em torno de R$/Wp de 4,2. No fim do ano passado, por exemplo, São Paulo, Paraná e Santa Catarina possuíam custos médios menores que os do Estado.

Carrara: Minas tem maior número de integradores | Crédito: Paulo Vitale / Kromo

Hoje, segundo ele, se um projeto em Minas Gerais conta com 20 placas fotovoltaicas com 6.600 Wp de potência, basta multiplicar a potência pelo custo no Estado para se ter o valor final médio do projeto. Neste caso, o valor total giraria em torno de R$ 27.720,00 (6.600 x 4,2). “Um projeto no Amazonas, para o mesmo cenário, com R$/Wp de 4,4 teria um valor de R$ 29.040,00 (6.600 x 4,4) – quase R$ 1.500,00 a mais”, afirma. O relatório completo está disponível para download no site da empresa.

A maior competitividade, conforme o executivo, está justamente no maior número de integradores. “Minas é um estado grande e com muitos negócios de energia fotovoltaica. Além disso, normalmente, os preços do Sudeste são um pouco mais baixos do que os do Nordeste e outras regiões do País, justamente pelo maior número de players e concorrência”, justifica.

Vale lembrar que Minas Gerais lidera o ranking brasileiro com 18,5% de todo o parque de energia solar distribuída no Brasil (862,9 MW de potência instalada), de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar).

Além disso, de maneira geral, os preços vêm caindo no Brasil. Carrara conta que se hoje o preço médio por Wp de potência gira em torno de R$ 4, há cinco anos esse custo chegava a R$ 8. Porém, no fim do ano passado, o setor vivenciou um cenário de ligeiros aumentos em função do câmbio desvalorizado e o repasse de aumentos por parte de importadores e distribuidores de componentes. “Mas nada que desestimulasse a demanda”, pondera.

Já para este exercício, a expectativa é de estabilidade, uma vez que os componentes de preços estão, na visão do CEO da Solfácil, acomodados. “No que se refere ao risco cambial, os custos já estão incorporados; os distribuidores trabalham com estoques; e o mercado segue competitivo. Não vejo grandes mudanças”, conclui.

Financiamento para energia fotovoltaica

A Solfácil oferece linhas de financiamento em que o cliente troca o custo da conta de luz por um investimento em um sistema fotovoltaico e paga em até 120 vezes, com juros em torno de 1% (menor do que a média de mercado). O valor da prestação mensal fica até 30% inferior ao custo com a conta de energia elétrica, o que também contribui para reduzir a inadimplência. 

Após pagar o sistema, o consumidor pode produzir toda a energia demandada. Diferentemente de outras linhas disponíveis no mercado, o financiamento da Solfácil é 100% digital e dá um retorno sobre o capital investido 10 vezes superior ao rendimento da poupança.

A empresa encerrou 2020 com crescimento médio mensal de 30%. Mesmo com os impactos na economia causados pela pandemia de Covid-19, a fintech apurou resultados expressivos em todas as regiões do País e superou a marca de R$ 100 milhões financiados no ano, um crescimento de 10 vezes com relação a 2019.

O crescimento aconteceu com uma única linha de financiamento, o residencial. O plano para 2021 é lançar linhas para pessoa jurídica e agronegócio. Segundo Carrara, a previsão é atingir um volume de R$ 1 bilhão em financiamentos neste exercício.

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