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Tem gente lá fora

Firmeza da assertiva acha-se ancorada num somatório bem volumoso de indícios convincentes
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Tem gente lá fora
Crédito: Freepik

“Habitamos uma ilhota perdida num oceano infindo repleto de inexplicabilidades”. (Aldous Huxley)

Tem gente lá fora. Não estamos sós na imensidão cósmica. Nunca, aliás, estivemos.

Não se está falando aqui, evidentemente, de mero palpite isolado deste desajeitado escriba. Escriba, de apoucado conhecimento e repleto de quimeras. Nem, tampouco, de conjecturas formuladas por pessoas desprovidas de formação técnica e científica, empenhadas na busca de respostas para os incontáveis enigmas da prodigiosa aventura humana.

Não estamos sós no universo. A firmeza desta assertiva acha-se ancorada num somatório bem volumoso de indícios convincentes. Os depoimentos, os testemunhos, as imagens aglutinados, mundo afora a respeito de fenômenos anômalos observáveis no ar, em terra e no mar, asseguram a impressão, compartilhada por muita gente, de que as estrelas, próximas ou longínquas, devem abrigar criaturas inteligentes com domínio de instrumentos tecnológicos.

Com sua invejável verve, o famoso Barão de Itararé criou um bordão para comentar jocosamente as “intempéries” políticas: “Há algo no ar além dos aviões de carreira”! Isso mesmo! Há algo no ar – detectado por milhares de pessoas, entre elas cientistas renomados, militares, pessoas comuns de diferentes nacionalidades, etnias e crenças -, além dos aviões de carreira. Há algo no ar, também, além dos aviões militares, satélites, foguetes, mísseis, drones e de tudo quanto é aparato, voltado para coisas boas e coisas más, concebidos pelo engenho humano.

Podemos encontrar dificuldades em explicar com absoluta exatidão o que sejam os Ovnis – Objetos Voadores Não Identificados. Mas é lícito dizer com segurança, o que eles não são. Não são veículos aéreos construídos pela engenharia por viventes deste nosso planeta azul. Não são balões meteorológicos, como tantas vezes diante de eventos ufológicos impactantes, se alegou com o intuito de ludibriar a opinião pública. Não são, igualmente, no que diz respeito, sobretudo, à grande maioria dos avistamentos, experimentos nascidos em pranchetas de inventores a serviço das maiores potências. São, sim, aparelhos voadores, de formato e dimensão diversificados, com ou sem tripulantes, sem instrumentos de propulsão visíveis, que se deslocam no ar e no mar a velocidades espantosas, realizando manobras inacreditáveis. Surgem de repente do nada. Desaparecem pela mesma forma, subitamente, do campo visual das pessoas e dos radares.

Os chamados contatos de 1º, 2º, 3º e 4º graus, envolvendo como protagonistas cidadãos dos mais diferentes setores de atividades, vez por outra objeto de narrativas midiáticas, ocorrem com frequência muito maior do que se imagina. Dispomo-nos, na sequência, a compartilhar, com nosso diminuto, posto que culto e leal leitorado, de algumas informações reunidas sobre o instigante tema ao longo de décadas como solitário pesquisador do fenômeno.

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