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Opinião

EDITORIAL | De Minas, um bom exemplo

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Crédito: Divulgação

Já chegou a Brasília, às mãos do ministro Tarcísio de Freitas, dos Transportes, o Plano Estratégico Ferroviário de Minas Gerais, do qual se pode antecipar que, além de inédito e único, incorpora a chancela de qualidade da Fundação Dom Cabral (FDC) e participação ativa da Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade, além de Associação Nacional de Transportes Ferroviários.

Um somatório que valoriza o conceito de planejamento, essencial à gestão pública mas distante de seu cotidiano. Segundo fontes do governo, no País e na América Latina não existe na atualidade nada que guarde semelhança com o trabalho apresentado.

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A ideia central, evidentemente, é valorizar o transporte sobre trilhos e o fato de que Minas Gerais, por sua localização central, reúne a maior malha do País, 5 mil quilômetros que cortam 180 municípios e representam 16% da malha nacional. Devidamente ajustada, esta malha poderia representar o ponto de confluência das ferrovias nacionais, com acesso aos maiores portes e deixando de se limitar à movimentação quase exclusiva de granéis, com mínimo espaço reservado a caras secas e praticamente nada ao transporte de passageiros.

Mudar, algo essencial a uma visão mais moderna da logística, que inclui a integração de modais, o primeiro passo é exatamente definir objetivos e, na sequência, via planejamento, como alcançá-los. Eis a importância da empreitada que está sendo iniciada e da qual se espera, minimamente, que não adormeça em alguma gaveta do Ministério dos Transportes.

Ao contrário, e nesse ponto mais uma vez a Fundação Dom Cabral tem muito a contribuir, o que deve ser esperado é que esteja nascendo, a partir do exemplo mineiro, algo bem mais amplo, nacional. Para o Estado, conforme disse o governador Romeu Zema, o Plano Estratégico demonstra que Minas está preparada para receber investimentos no curto e médio prazos que poderão viabilizar riquezas, emprego e renda, com especial atenção às regiões mais carentes.

Pelo menos no discurso o documento foi bem recebido, com o ministro dos Transportes tendo declarado que o momento é extremamente favorável para discutir o modal ferroviário, entre outros motivos porque coincide com momento em que MRS e VLI discutem a realização de novos investimentos. Segundo ele, a União se engaja nesse esforço e pode oferecer ou prover investimentos importantes. Tudo isso resume um modelo de gestão mais eficiente, num saudável somatório de esforços para levar aos melhores resultados.

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