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Câmara deve instalar comissão sobre o Carnaval
Crédito: Divulgação

Vereadores vão propor a criação de uma comissão especial sobre o Carnaval de Belo Horizonte. A proposta surgiu a partir de solicitação de entidades que representam as escolas de samba e os blocos de rua que participam dos festejos.

“Vamos apresentar pedido de criação de uma Comissão Especial de Estudos aqui na Câmara Municipal para tratar do Carnaval de BH 2020 e acompanhar a criação de lei específica que cuide do assunto”. A proposta é do vereador Léo Burguês de Castro (PSL), líder de governo, que presidiu audiência pública da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo que aconteceu ontem.

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A audiência foi concorrida e contou com a participação de vários secretários municipais, estaduais e representantes de instituições ligadas ao Carnaval de Belo Horizonte o que para Márcio Antunes, presidente da Liga das Escolas de Samba de BH, por sí só já é muito importante. “Estar nesta mesa discutindo o Carnaval é um grande avanço. Este formato de debate é muito bom, pois colocamos na mesma mesa gente que quer debater e melhorar o nosso carnaval”, explicou Antunes. Para a secretária municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, Mayra Colares, o debate é o primeiro passo para a institucionalização de uma política pública que trate do assunto.

A criação de uma lei específica que trate de questões relativas ao Carnaval de Belo Horizonte tem o apoio de diversas instituições representativas dos blocos de rua e das escolas de samba da Capital. O presidente da Liga Belorizontina de Blocos de Rua, Géo Cardoso, acredita ser este um caminho para a implantação de melhorias nas festividades. “Não podemos adiar mais. Precisamos de uma comissão que debata o assunto com a participação coletiva e discuta este que é o maior evento de Belo Horizonte. Estamos falando de um fenômeno cultural que vai contribuir inclusive para a reconstrução da cidade. É importante que a casa lesgislativa tenha esta comissão e crie uma legislação específica”, salientou o músico.

Kerison Lopes, que representa os blocos de rua do Bairro Santa Tereza, também reivindica a criação de uma lei própria sobre o evento. “Nós precisamos de uma lei específica para que o Carnaval faça parte da nossa vida e não só de um momento dela. Que ele seja um evento de Estado e não de Governo. Se tiver uma lei permanente, estaremos mais protegidos”, afirmou Kerison.

Questão financeira – Segundo a Belotur, 453 blocos de rua estão registrados para sair durante o pré-carnaval e o Carnaval de BH. São esperadas 5 milhões de pessoas durante todo o período da festa, que começa neste sábado, dia 8 de fevereiro. A expectativa é que a cidade receba cerca de 200 mil turistas.

“O cidadão de BH resolveu ficar na cidade e criar blocos de rua. Curtiu o carnaval e deixou de levar sua renda para outras cidades e ainda trouxe outros. Retemos o dinheiro daqui e começamos a trazer dinheiro de fora”, afirmou o vereador Léo Burguês de Castro, confirmando a informação de que BH, ao contrário do que foi divulgado nas redes sociais, não tem prejuízo com a promoção do Carnaval.

Segundo a Belotur, para este ano, serão investidos cerca de R$ 14 milhões da iniciativa privada na festa. “Esta história de cancelar o Carnaval nunca existiu”, afirmou o presidente da Belotur, Gilberto Castro. “Mudanças serão necessárias. Estamos trabalhando com a Defesa Civil quanto aos trajetos. Fica aqui o nosso pedido para que todos entendam”, disse.

Apesar do aumento de investimento privado no Carnaval de BH 2020, representantes dos blocos reclamaram da falta de recursos. “Talvez a gente veja um maior número de blocos deixando de sair por falta de patrocínio. Há uma dificuldade, por causa do formato, de se conseguir atrair grandes patrocinadores”, explicou Géo Cardoso.

Segundo o presidente da Belotur, Gilberto Castro, foram feitas 520 reuniões pontuais com os blocos de rua. Para ele, houve avanços, mas muito ainda precisa ser mudado. (Com informações da CMBH)

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