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Política

Comissão decide pedir a condução coercitiva de Carlos Wizard

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Crédito: REUTERS/Adriano Machado

Brasília – A CPI da Covid do Senado decidiu pedir a condução coercitiva e a retenção do passaporte do empresário Carlos Wizard após ele não ter comparecido para depor ao colegiado ontem.

Wizard é suspeito de integrar o chamado gabinete paralelo do governo federal, grupo independente ao Ministério da Saúde que seria responsável por sugerir decisões ao presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento à pandemia.

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Na véspera, os advogados do empresário haviam enviado uma manifestação à CPI na qual disse que estava nos Estados Unidos para acompanhar uma pessoa da família em tratamento médico, tendo pleiteado a realização do depoimento na forma virtual. A comissão, contudo, não aceitou essa proposta.

O ministro do STF Luís Roberto Barroso acatou um pedido da defesa de Wizard para que ele permaneça em silêncio na CPI, embora tenha determinado que ele comparecesse.

Ontem, pouco depois da abertura da sessão, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), anunciou as medidas restritivas diante da ausência do empresário.

“Oficiaremos a um juiz criminal para que requisite à autoridade policial a apresentação da testemunha faltosa ou determinar que seja conduzido por oficial de Justiça, o qual poderá solicitar o auxílio da Força Pública”, disse.

“Para além dessas medidas, diante da ausência do depoente, determino que seja oficiado à Justiça Federal para que o passaporte do sr. Carlos Wizard seja imediatamente retido pela Polícia Federal tão logo ele ingresse em território nacional e somente lhe seja devolvido após a prestação de seu depoimento perante esta comissão”, emendou.

Aziz destacou ainda que a CPI dispõe de poderes próprios de autoridade judicial e iria dispor de “todos os meios suficientes para fazer cumprir as suas decisões”.

Data combinada -“Hoje (quinta-feira), às 7h da manhã, a secretaria da comissão recebeu pedido dos advogados de Carlos Wizard de audiência com esta presidência para tratar de “redesignação de data”. É uma brincadeira dele, né? Uma data combinada para ele vir”  indignou-se o presidente da CPI.

Azis disse que o não comparecimento de Wizard é um desrespeito “não com a CPI, mas com o STF. “O que me espanta é um cidadão procurar o STF para conseguir um habeas corpus para vir a esta CPI e ficar em silêncio, e não aparecer. Então para que foi ao Supremo, se não vinha? O ministro Barroso com certeza tem muitos afazeres. O sr. Carlos Wizard está achando que conseguir habeas corpus no Supremo é que nem ir à quitanda comprar bombom. (Agência Senado/Reuters).

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