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Política

STF suspende a convocação de governadores

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Ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Crédito: REUTERS/Adriano Machado

Brasília – A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber acatou ontem ação de governadores e suspendeu convocação de chefes de Executivos estaduais pela CPI da Covid no Senado.

Em sua decisão, a ministra deixou aberta a possibilidade  o “órgão parlamentar convidar essas mesmas autoridades estatais para comparecerem, voluntariamente, à reunião da comissão a ser agendada de comum acordo”.

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Rosa Weber afirmou em sua decisão que ela foi tomada “ad referendum do plenário” do Supremo e solicitou ao presidente do STF, Luiz Fux, a inclusão da ação em sessão virtual extraordinária.

Criada inicialmente para investigar erros e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia, a CPI incorporou entre seus objetivos a investigação de possíveis desvios de recursos federais repassados aos estados e Distrito Federal.

No final do mês passado, a CPI aprovou a convocação de nove governadores e um ex-governador.

Wilson Lima (PSC), do Amazonas, que seria o primeiro a depor, não compareceu à CPI após Rosa Weber ter concedido habeas corpus permitindo que ele não fosse à comissão. O ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel compareceu à CPI, mesmo tendo obtido um habeas corpus, mas deixou a audiência quando se sentiu incomodado.

Wizard – O depoimento do empresário Carlos Wizard na CPI da Pandemia foi remarcado para o próximo dia 30. A informação foi confirmada pelo presidente do colegiado, senador Omar Aziz (PSD-AM), ontem.

De acordo com o parlamentar, os advogados do empresário procuraram a CPI e informaram que o cliente se apresentaria em data e hora agendadas pela comissão. A remarcação ocorre depois que parte dos integrantes da CPI decidiu, no fim de semana, que, além do pedido de condução coercitiva autorizado pelo ministro Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, eles acionariam a Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) para localizar Wizard. O empresário até então não havia dado retorno às tentativas de contato feitas pela secretaria do colegiado.

“O depoimento está marcado para o dia 30, às 9h. Então, de hoje até quarta-feira, ele tem dez dias para se organizar e vir ao Brasil”, destacou Omar Aziz.

Carlos Wizard é suspeito de integrar o chamado “Gabinete Paralelo” (que teria o orientado o presidente Jair Bolsonaro quanto às decisões sobre a pandemia). Segundo o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, o empresário atuou informalmente como seu conselheiro por um mês e chegou a ser indicado para uma secretaria do órgão, mas recusou o convite. O depoimento de Wizard estava agendado para a última quinta-feira (17), mas ele não compareceu.

Para o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), a comissão também deveria notificar a Interpol para garantir que Wizard compareça.

“Depois de dois meses de ser pública e notória a convocação da CPI ao senhor Carlos Wizard, ele agora diz que virá. Não custa nada, ainda assim, notificar a Interpol para deixar tudo formalizado”, apontou Renan em sua conta em uma rede social. (Agência Senado/Reuters)

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