COTAÇÃO DE 05/03/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,6825

VENDA: R$5,6835

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,6670

VENDA: R$5,8430

EURO

COMPRA: R$6,7719

VENDA: R$6,7732

OURO NY

U$1.698,69

OURO BM&F (g)

R$310,22 (g)

BOVESPA

+2,23

POUPANÇA

0,1159%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Política

UFMG e ALMG assinam cooperação técnica

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Protocolo foi assinado pela reitora da UFMG, Sandra Goulart, e pelo presidente da Casa, o deputado Agostinho Patrus | Crédito: Guilherme Bergamini

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Agostinho Patrus (PV), e a reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Sandra Regina Goulart, assinaram, em reunião especial realizada no Plenário ontem, um protocolo de intenções para a cooperação técnica entre as duas instituições no monitoramento, na prevenção e no enfrentamento da pandemia causada pelo coronavírus.

Essa cooperação se dará principalmente por meio da elaboração de documentos que contenham informações técnico-científicas sobre a doença e de legislação e instrumentos de fiscalização da atuação dos demais Poderes. Também está prevista a promoção de informações para a população, como materiais de orientação.

PUBLICIDADE

Já como fruto dessa parceria, o deputado Agostinho Patrus destacou os principais pontos de documento encaminhado pela UFMG, no qual são apresentadas simulações da oferta e da demanda por leitos e aparelhos de ventilação assistida por regiões de saúde em Minas Gerais.

De acordo com o estudo, a oferta de leitos gerais seria suficiente para atender os pacientes em praticamente todas as microrregiões do Estado. A sobrecarga começaria a ser observada se a taxa de infecção por Covid-19, a doença causada pelo coronavírus, alcançasse 1% da população em três meses. Nesse cenário, seis microrregiões (7%) teriam sua capacidade de atendimento comprometida.

Se a taxa de infecção atingir 1% da população em seis meses, apenas os municípios de João Pinheiro (Noroeste) e Ipatinga (Vale do Aço) operariam além de sua capacidade. Por outro lado, se a taxa de 1% fosse alcançada em um mês, também haveria uma exigência acima da capacidade de 36% das microrregiões de saúde.

UTIs – Quanto às unidades de terapia intensiva (UTI), os resultados apontam uma situação menos tranquila. Com uma taxa de infecção de 1% da população em seis meses, o comprometimento da oferta seria verificado nas macrorregiões Jequitinhonha, Triângulo Norte, Nordeste, Sul e Centro-Sul, representando 36% das macrorregiões de saúde.

Mesmo entre as macrorregiões superavitárias, a média da taxa de ocupação estimada seria de 92%. Essa taxa seria maior no Norte (100%) e no Centro (98%).

Ainda tendo como referência o estudo da UFMG, o deputado Agostinho Patrus relatou que, para o pronto atendimento de casos graves, os gestores terão que transportar pacientes para os municípios-polo das macrorregiões, uma grande dificuldade em um estado com as dimensões de Minas Gerais.

A distância mínima média percorrida para se obter atendimento em leito de UTI no Estado é de 85 km. Com uma distância média de 120 km a serem percorridos em busca de atendimento, dificuldades de acesso podem estar presentes em 18% dos municípios, muitos deles das macrorregiões Nordeste, Jequitinhonha e Norte, que também são as que apresentam mais dificuldades para atender toda a demanda gerada.

Já em relação aos respiradores, o estudo mostra uma situação menos preocupante. Com uma taxa de infecção de 1% da população em um mês, apenas a macrorregião do Jequitinhonha não teria condições de atender toda a demanda gerada pelo Covid-19.

Isolamento – Os dados apresentados demonstram, como ressaltou o presidente da ALMG, a necessidade de isolamento para achatar a curva de infecções.

O deputado Agostinho Patrus também salientou a importância de a ALMG se aliar à ciência e ao conhecimento em um momento como este, referenciando suas sugestões ao Executivo e sua função fiscalizadora das medidas adotadas pelo poder público na expertise da UFMG em várias áreas de conhecimento.

“A Assembleia será mais assertiva, efetiva e terá uma atuação mais profícua no combate à pandemia”, concluiu.

A reitora Sandra Regina Goulart lembrou, por sua vez, que a Assembleia tem sido uma grande parceira da UFMG, nos momentos mais alegres, como as comemorações dos 300 anos de Minas Gerais, e naqueles de maior apreensão, como o atual.

O Parlamento mineiro está arrecadando recursos, por exemplo, para campanha que prevê a compra de insumos para três hospitais vinculados à universidade. “Na história da UFMG, nunca estivemos tão próximos desta Casa”, destacou a reitora.

Sandra também abordou a importância para a sociedade da atuação conjunta entre a Assembleia, que representa a voz da população, e uma instituição pública, gratuita, a serviço dos cidadãos.

“O País depende da ciência e da educação mais do que nunca”, afirmou, ao ratificar que a UFMG está à disposição para fornecer estudos, análises e quaisquer outras ações que possam apoiar a atuação da Assembleia. (Com informações da ALMG)

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

VEJA TAMBÉM

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!

FIQUE POR DENTRO DE TUDO !

Não saia antes de se cadastrar e receber nosso conteúdo por e-mail diariamente