COTAÇÃO DE 17/09/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,2820

VENDA: R$5,2820

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,3100

VENDA: R$5,4500

EURO

COMPRA: R$6,2293

VENDA: R$6,2322

OURO NY

U$1.754,86

OURO BM&F (g)

R$298,96 (g)

BOVESPA

-2,07

POUPANÇA

0,3012%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Agronegócio

China e Brasil vão unir forças para expandir investimentos no Agro

COMPARTILHE

POR

Crédito: Ronaldo Rosa/Embrapa
Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

São Paulo – A China e o Brasil vão trabalhar para alinhar projetos no setor agrícola e ampliar investimentos para impulsionar o comércio entre as duas nações, disse o ministro da Agricultura chinês, Tang Renjian, durante evento sobre sustentabilidade nesta quinta-feira.

“Atualmente, seis empresas chinesas investem no agronegócio brasileiro. Esperamos que elas possam contar com a atenção e o apoio dos brasileiros. Estamos abertos e damos apoio a investimentos brasileiros desse setor na China”, afirmou ele, conforme texto enviado pela organização do evento, no qual o ministro falou em mandarim.

PUBLICIDADE

A fala de Tang no evento on-line foi precedida pela da ministra da Agricultura brasileira, Tereza Cristina, que também deu uma mensagem incentivando a cooperação, e antecedeu uma participação do presidente-executivo da BRF, Lorival Luz, que disse ter interesse em expandir atuação localmente no seu principal mercado asiático.

Ainda segundo o ministro chinês, com confiança e suporte mútuos os dois países vão “consolidar a cooperação multilateral” visando ao desenvolvimento sustentável, que “depende de paz e estabilidade e de uma ordem internacional equitativa e justa”.

“O relacionamento sino-brasileiro já ultrapassou a esfera bilateral e ganhou a relevância internacional além de assumir uma influência global”, disse o representante da China, que recebe grande parte dos produtos agrícolas exportados pelo Brasil, que vão de soja e carnes a açúcar, entre outros.

Em 2020, o comércio bilateral no agronegócio foi de US$ 35,7 bilhões, com um aumento de 19,4%, citou o ministro, com impulso principalmente dos embarques brasileiros aos chineses.

Mas ele ressaltou que esse comércio deve ocorrer dentro de bases sustentáveis.

“Há enorme potencial a explorar na agricultura sustentável e muito trabalho a fazer. A parte chinesa está disposta a trabalhar com o lado brasileiro para unir forças na promoção da sustentabilidade agrícola e injetar um novo ímpeto para alcançar os objetivos da Agenda 2030 e trazer nossas contribuições positivas”, completou.

“Vamos aprofundar a reforma estrutural do lado da oferta agrícola, promover o desenvolvimento verde da agricultura e abrir uma via de sustentabilidade agrícola com características chinesas”.

Segundo ele, o governo chinês dá grande atenção à sustentabilidade agrícola e coloca o desenvolvimento verde da agricultura em “posição de relevo na construção de civilização ecológica”.

Já a ministra Tereza Cristina afirmou que o Brasil construiu uma relação de confiança em alimentos com a China, seu principal parceiro comercial, e isso “não vai parar por aqui”.

Ela disse ainda que os países devem priorizar a redução de emissões globais, sobretudo dos combustíveis fósseis.

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!