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Agronegócio

Agronegócio brasileiro vai discutir mudanças na produção para reduzir a emissão de carbono

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A utilização de energia limpa abre uma perspectiva de produção sustentável no campo | Crédito: Divulgação

Diante de um mercado cada vez mais exigente e que cobra medidas e ações para que haja maior redução na emissão de carbono, o que é fundamental para diminuir as mudanças climáticas, a 20ª edição do Congresso Brasileiro do Agronegócio terá como tema “Nosso Carbono é Verde”.

O objetivo é mostrar como está o desenvolvimento do mercado do carbono verde no País e a importância do agronegócio brasileiro nas mudanças de processos e na contribuição para uma produção mais limpa e sustentável.

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As expectativas em relação ao evento, que é realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) em parceria com a B3, a Bolsa do Brasil, são positivas. Por ser on-line, espera-se reunir milhares de profissionais que terão acesso às discussões sobre o assunto. O evento será no dia 2 de agosto e contará com as avaliações de importantes especialistas, que discutirão o tema central Nosso Carbono é Verde.

A programação do congresso será dividida em três painéis: Energia Limpa e Sustentável, Brasil Verde e Competitivo e O Futuro do Agro no Comércio Mundial. As inscrições para participar estão abertas, são gratuitas e podem ser feitas no site oficial

De acordo com os organizadores do evento, a programação foi construída com o objetivo de ressaltar o potencial do agronegócio para liderar a transição para uma economia limpa, em sinergia com a preservação ambiental, o que impulsionará o mercado de carbono verde no País.

O presidente do Conselho Diretor da Abag, Marcello Brito, explica que os mercados estão cada vez mais exigentes em relação à produção mais limpa e sustentável, por isso, o Brasil, como um dos principais produtores de alimentos no mundo e que já vem implementando diversas ações para a descarbonização da produção, pode ser um protagonista no movimento mundial.

“A escolha pelo tema ‘Nosso Carbono é Verde’ não poderia ser diferente no momento em que o mundo discute carbono e, naturalmente, é uma prévia da COP-26. Acompanhamos, recentemente, o anúncio da reestruturação do mercado de carbono na China, que já existia, mas que agora ganha espaço e tamanho. O mesmo movimento é visto nos planos de carbono dos europeus, dos americanos e japoneses”.

Ainda segundo Brito, as principais economias do mundo e as principais empresas estão se movimentando e as negociações estão muitíssimo avançadas em reestruturações financeiras e econômicas que se baseiam no mercado de carbono e no pagamento de serviços ambientais. 

“É uma nova realidade que surge e ganha espaço e o Brasil pode ser relevante. O Brasil já foi relevante nestes temas em um passado recente, foi protagonista de todos os temas ambientais e agora temos a chance de ser protagonistas em algo que poucos países podem ser, que é a reestruturação agroambiental dentro de um mercado estruturado de carbono. Por isso, para o Congresso do Agronegócio, estamos trazendo o setor privado e a sociedade civil para discutir o tema de forma ampliada”.

Investidores 

O diretor de Produtos de Balcão e Novos Negócios da B3, Fábio Zenaro, explicou que o tema carbono é importante e as ações de descarbonização da produção vêm sendo cada vez mais exigidas pelo mercado investidor. 

“É um tema absolutamente relevante e muito atual. Estamos trabalhando há bastante tempo no sentido de aperfeiçoar e ampliar produtos, inclusive, os ESG na B3. Também trabalhamos para estimular que as empresas adotem ações sustentáveis. As práticas não têm que ser encaradas como moda, mas que estejam realmente no conceito das empresas. Isso tem sido exigido pelos investidores, movimento que foi acelerado pela pandemia”, explicou Zenaro. 

O congresso também será espaço para homenagear personalidades que contribuíram para a evolução do agronegócio nacional. A homenagem especial será para o ex-ministro Alysson Paolinelli, indicado ao Nobel da Paz 2021.

O Prêmio Norman Borlaug – sustentabilidade – será destinado ao presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Celso Moretti. Já o Prêmio Ney Bittencourt de Araújo – personalidade do agronegócio – irá homenagear a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

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