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Agronegócio

ExpoCachaça busca retomada para o setor

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Os fabricantes de cachaça tiveram prejuízos com o isolamento social na pandemia | Crédito: Divulgação

A Expocachaça volta ao modelo presencial em Belo Horizonte. O evento, que será realizado a partir de hoje até domingo (28), na Serraria Souza Pinto, deve movimentar milhões em negócios ao reunir toda a cadeia produtiva, com representantes de 15 estados brasileiros.

Representantes do setor – duramente impactado pelo fechamento de bares e restaurantes e pela proibição de eventos em função da pandemia – veem a exposição como uma retomada do crescimento nas vendas.

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A feira é reconhecida, principalmente, por proporcionar a oportunidade de trocas de conhecimentos e experiências e favorecer o ambiente de negócios entre os fornecedores da indústria da cachaça, além de levar ao público programação especial de shows e a experimentação da bebida. 

Segundo o presidente da Expocachaça, José Lúcio Mendes Ferreira, a feira tem papel importante para toda a cadeia produtiva, já que os produtores se encontram com empresas especializadas em produtos como tampas, rótulos, recipientes, embalagens e até mesmo os equipamentos que formam a estrutura dos alambiques. 

José Lúcio também destaca que, historicamente, as 29 edições da Expocachaça já movimentaram ao todo cerca de R$ 400 milhões em negócios e tiveram a presença de mais de 2 milhões de visitantes. 

“Nessas edições nós tivemos trajetórias importantes de empresas que cresceram com a feira e que, atualmente, exportam cachaça para todo o mundo. E  a feira é o retrato do setor no Brasil”, afirma o presidente da Expocachaça.  

Para o setor, o evento significa esperança, já que, com as restrições sociais necessárias em meio à pandemia da Covid-19, os produtores da cachaça sentiram os impactos com a queda nas vendas, reflexo da redução do número de eventos e do fechamento dos comércios em todo o País e em Minas Gerais.  

“Nós recebemos a retomada da Expocachaça com muito otimismo. Com bares e restaurantes fechados durante a pandemia e o cenário dos eventos, o setor da cachaça foi atingido em cheio. Agora, com a chegada do verão, o início das feiras e a promessa do calendário de festivais e eventos de 2022, esperamos que tudo isso melhore”, afirmou o ex-presidente e atual membro do Conselho Fiscal da Associação dos Produtores Artesanais de Cachaça de Salinas (Apacs), José Xavier de Oliveira, que também é produtor da cachaça Sabiá. 

Minas lidera ranking de produtores

De acordo com dados do Anuário da Cachaça de 2021, levantamento feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Minas Gerais lidera o ranking de produtores de cachaça. Segundo a pesquisa, hoje, em todo o País, existem 955 produtores de cachaça, sendo que, do total, Minas Gerais desponta com 397 produtores da bebida. Para se ter ideia da relevância do Estado, o segundo colocado, que é São Paulo, tem registros de 128 produtores de cachaça. 

Conforme dados da organização do evento, a cachaça também tem importância considerável na economia do Brasil e é responsável por movimentar cerca de R$ 7,5 bilhões em sua cadeia produtiva anualmente no País. Além disso, em todo o território nacional, são produzidos cerca de 1,4 bilhão de litros de cachaça por ano, segundo dados recentes do Centro Brasileiro de Referência da Cachaça e Euromonitor (CBRC) em 2019. 

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