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Agronegócio

Liberação de crédito rural registra alta de 16% em Minas Gerais

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Apenas em abril, a soja demandou desembolsos de R$ 361,73 milhões no agronegócio do Estado | Crédito: Divulgação

Nos dez primeiros meses da safra 2020/21, os desembolsos do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) para Minas Gerais alcançaram R$ 23,94 bilhões, montante 16% superior ao registrado no mesmo período da safra passada. Com o valor, o Estado vem respondendo por 12% do volume de crédito liberado para o País, que já soma R$ 191,68 bilhões, alta de 23%. 

Em Minas, até o fechamento de abril de 2021, já haviam sido aprovados 194.842 contratos, expansão de 6% sobre o volume registrado em igual intervalo da safra anterior.

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Dos R$ 23,94 bilhões já liberados para o Estado, a maior parte foi destinada para a agricultura. Ao todo foram desembolsados para o setor R$ 15,37 bilhões, aumento de 16% frente aos R$ 13,29 bilhões registrados em igual período da safra anterior. Foram aprovados 76.973 contratos para acesso ao crédito na agricultura, número 1% superior.

Para a pecuária, os desembolsos somaram R$ 8,57 bilhões, o que representa um avanço de 16% frente ao volume de crédito liberado no mesmo período da safra 2019/20, que foi de R$ 7,4 bilhões. A aprovação de contratos cresceu 9%, encerrando abril em 117.869 unidades.

A maior demanda pelos recursos do Plano Agrícola foi para a linha de custeio. De julho de 2020 a abril de 2021, foram liberados R$ 13,21 bilhões para o custeio da safra mineira, alta de 15% quando comparada com os R$ 11,44 bilhões registrados anteriormente. O número de contratos aprovados chegou a 78.802, caindo 1%.

A atividade agrícola demandou o maior volume de recursos da linha de custeio. Ao todo, já foram liberados R$ 8,32 bilhões, 10% a mais que o registrado no mesmo período do ano-safra anterior. A aprovação de contratos somou 42.785 e ficou 6% inferior.

Dentre os produtos que tiveram maior demanda pelos recursos em abril de 2021 estão a soja (R$ 361,73 milhões), café (R$ 263,70 milhões), milho (R$ 66,89 milhões), cana-de-açúcar (R$ 22,25 milhões) e feijão (R$ 11,88 milhões).

A pecuária demandou empréstimos na ordem de R$ 4,89 bilhões, alta de 26%. A aprovação de contratos de custeio para a atividade aumentou 7%, somando 36.017 contratos.

Em abril, os principais demandadores dos recursos foram as produções de bovinos, com o valor de R$ 579,16 milhões, seguidas por suínos, com R$ 43,66 milhões, e avicultura, com R$ 41,3 milhões.

Investimentos são ampliados

Ao longo dos dez primeiros meses da safra 2020/21, os desembolsos da linha de investimentos, em Minas Gerais, somaram R$ 6,86 bilhões, valor 36% superior aos R$ 5,03 bilhões registrados anteriormente. Os contratos aprovados da modalidade, 114.493, cresceram 12%.

Para a agricultura, foram liberados R$ 3,91 bilhões para investimentos, variação positiva de 52%. A liberação dos recursos foi feita para 33.050 contratos, elevação de 15% frente ao volume registrado no mesmo período do ano anterior.

Na pecuária, a busca pelos recursos de investimento cresceu 20%, com a liberação de R$ 2,96 bilhões. A aprovação de contratos na modalidade apresentou alta de 10% e totalizou 81.443 contratos.

Já os valores de crédito contratados para a linha de comercialização ficaram menores, quando comparados com mesmo período do ano passado. De acordo com o levantamento, foram desembolsados R$ 3,09 bilhões para a modalidade em Minas Gerais, redução de 9% sobre os R$ 3,39 bilhões registrados em igual intervalo da safra anterior. A aprovação de contratos de comercialização também ficou menor, encerrando o acumulado da temporada até abril com retração de 37% e somando 1.434 liberações, ante 2.279.

Para a linha de comercialização da agricultura foram liberados R$ 2,6 bilhões, alta de 2%, com a aprovação de 1.056 contratos, volume 29% menor. Na pecuária, o crédito de comercialização retraiu 41%, com liberação de R$ 490 milhões. A aprovação de contratos chegou a 378, redução de 52%. 

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