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Plantio de soja na safra 2021/22 está adiantado no País

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Safras&Mercado indicou o plantio de soja em 4% da área projetada para a atual safra | Crédito: REUTERS/Paulo Whitaker

São Paulo – O plantio de soja do Brasil da safra 2021/22 está adiantado na comparação com o ritmo verificado no mesmo período da safra anterior, com a chegada de mais chuvas favorecendo os trabalhos, segundo consultorias.

A Safras & Mercado indicou plantio de 4% da área projetada até a última sexta-feira (1), mesmo percentual indicado pela AgRural, até a quinta-feira. Ao longo da última semana, o plantio evoluiu cerca de 3 pontos percentuais, segundo os analistas.

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“De um modo geral, a semana foi marcada por pouca chuva e temperaturas altas, numa combinação que manteve a maioria dos produtores à espera de melhores condições para avançar com a semeadura”, ponderou a AgRural em nota.

A consultoria indicou que o plantio está 2 pontos percentuais avançado ante o mesmo período do ano passado, quando o tempo seco prejudicou os trabalhos, enquanto a Safras indicou adiantamento de 2,5 pontos.

Segundo a Safras, o plantio está dentro da média histórica para o período.

De acordo com a AgRural, Paraná e Mato Grosso evoluíram relativamente bem na semana, favorecidos por algumas pancadas de chuva, mas a semeadura poderia ter sido mais intensa se as precipitações tivessem sido mais generalizadas, incluindo outros estados.

“De olho nas boas chuvas previstas para o início de outubro –e que começaram a se confirmar já na sexta-feira -, os produtores do Paraná foram os que mais avançaram com o plantio. A expectativa é de que, com a melhora da umidade, o ritmo seja ainda melhor nos próximos dias”, disse.

A semeadura do milho verão 2021/22 chegou na quinta-feira a 33% da área estimada para o centro-sul do Brasil, ligeiramente acima dos 31% de um ano atrás. Os trabalhos seguiram concentrados no três Estados do Sul, como é normal em setembro, disse a AgRural.

Cotação internacional –Os contratos futuros da soja nos Estados Unidos caíam pela terceira sessão consecutiva ontem, despencando para a mínima em nove meses e meio, sob a pressão contínua de um relatório do governo que mostrou que as ofertas norte-americanas eram maiores do que o esperado.

O trigo atingiu sua máxima desde meados de agosto com as compras técnicas. Os futuros de milho chegaram a subir mais cedo apoiados por sinais de boa demanda de exportação.

As preocupações com a demanda chinesa aumentaram a pressão no mercado de soja depois que a representante comercial dos EUA, Katherine Tai, prometeu que pressionará Pequim por não cumprir as promessas feitas no acordo comercial do ex-presidente americano Donald Trump.

“Há problemas potenciais com a China, e a representante comercial apontou que eles estão em desacordo com a Fase 1 do compromisso comercial”, disse Jim Gerlach, presidente da corretora A/C Trading. “Claramente, eles estão atrasados em suas compras.”

Na Bolsa de Chicago, às 14:35 (horário de Brasília), os futuros da soja recuavam 9,50 centavos de dólar, a US$ 12,37 o bushel. Em uma base contínua, o contrato mais ativo atingiu uma mínima de US$ 12,35, o menor valor desde 21 de dezembro.

“A soja continuou a ser pressionada pelas estimativas do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) de maiores estoques de soja nos EUA na semana passada, após um longo período em que a percepção geral era de oferta restrita nos EUA”, disse Matt Ammermann, gerente de risco de commodities da StoneX.

O trigo soft vermelho de inverno para entrega em dezembro avançava 1 centavo de dólar, em US$ 7,5625 o bushel no mesmo horário, a caminho da sua quarta sessão seguida de ganhos.

No mesmo horário, os futuros do milho caíam 1,25 centavo de dólar a US$ 5,4025 o bushel, após ganhos anteriores.

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