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Agronegócio

Setor do milho espera condução hábil de medida

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Crédito: Pedro Revillion/Palácio Piratini

São Paulo – O setor de produção de milho do Brasil espera que o Ministério da Agricultura conduza de forma “hábil” a suspensão das tarifas de importação do cereal, anunciada pelo governo na segunda-feira, em tentativa de conter os altos preços internos dos grãos.

Em nota publicada ontem, a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) defendeu o livre comércio tanto para exportações quanto para importações da commodity, citando a firme demanda pelo cereal nos mercados doméstico e internacional.

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Além do avanço das exportações, o milho tem registrado amplo uso interno nas indústrias de ração animal e etanol, pontuou a entidade, que vê o cenário como prova da “competência do produtor brasileiro”.

Medida – O Ministério da Agricultura anunciou na segunda-feira uma suspensão, até o final do ano, das tarifas de importação de milho, soja, óleo e farelo da oleaginosa provenientes de países de fora do Mercosul, diante das elevadas cotações dos produtos.

Segundo comunicado da pasta, a reedição da medida – que já havia vigorado no início deste ano – reflete a quebra das expectativas de que os preços externos das commodities e a safra recorde de grãos em 2020/21 reequilibrariam oferta e demanda.

“As cotações internacionais tiveram comportamento de alta”, disse o ministério. “Além do cenário de preços não ter se confirmado… os preços internos seguiram em alta em virtude da forte demanda externa e da manutenção da desvalorização do real frente ao dólar”.

Na nota da Abramilho, o presidente da entidade, Cesario Ramalho, afirmou “ter certeza” de que a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, saberá conduzir de forma hábil a questão tarifária junto ao governo, “como de praxe”.

O Brasil está terminando de colher a primeira safra do cereal em momento em que enfrenta estoques relativamente apertados, antes da chegada da colheita da segunda safra, a maior do País, em meados do ano.

Os preços internos têm tido sustentação também de preocupações com uma quebra da segunda safra do milho. (Reuters)

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