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Coronavírus

Força-Tarefa busca minimizar impactos do Covid-19 em vilas, favelas e aglomerados

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Crédito: Reprodução

Promover a vida onde ela está mais ameaçada pela pandemia. Esse é o propósito da rede Periferia Viva – Força-Tarefa Covid-19, iniciativa realizada pela Associação Imagem Comunitária, que conta com uma aliança estratégica com o Fórum das Juventudes da Grande BH, a Laço Associação de Apoio Social e o grupo de pesquisa Mobiliza – UFMG.

Com um amplo leque de ações de articulação de sujeitos, grupos e instituições, a plataforma online de suporte a tais ações traz uma robusta estratégia de
comunicação para o enfrentamento do problema.

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Diversos fatores fazem com que as periferias sejam territórios de alto risco à saúde individual e coletiva: pobreza, precariedade das condições de moradia, alimentação e saneamento, baixo acesso a oportunidades educativas e a informações de qualidade relacionadas à saúde preventiva, deficiências dos equipamentos e serviços de saúde pública, dentre outros. Além disso, são áreas de alta densidade populacional, em que a maior parte das moradias aglomera muitas pessoas no mesmo espaço.

Todos esses fatores de risco fazem com que as populações periféricas sejam as mais vulneráveis à contaminação e a complicações da Covid-19 – inclusive à letalidade. Em consequência dos impactos da pandemia na economia, essas populações também sofrerão de forma muito aguda problemas como o agravamento das situações de pobreza e de extrema pobreza e a falta de segurança alimentar.

É nesse contexto, grave e extremamente desafiador, que a iniciativa incide. Com atuação prioritária na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a força-tarefa foi criada para dar visibilidade e articular apoios e parcerias aos esforços já em curso de mobilização social e vigilância civil para o enfrentamento à pandemia do coronavírus na perspectiva da defesa do direito à vida, à dignidade e à cidadania das populações periféricas.

A ideia é conectar as iniciativas, campanhas e demandas da sociedade civil organizada a quem pode contribuir e fortalecer essa rede de solidariedade, considerando as áreas de segurança alimentar e proteção; saúde mental; informação e mobilização; e geração de renda.

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Semanalmente, uma equipe da AIC e voluntários faz contato com as iniciativas e entidades que atuam nas vilas e favelas para coletar demandas, necessidades e boas práticas.

As boas práticas inspiram outras iniciativas e as demandas e necessidades são encaminhadas a uma rede de apoio que pode atuar na solução: profissionais de saúde mental que podem prestar atendimento à distância, parceiros que podem fazer a doações, advogados populares que podem atuar no esclarecimento e orientação do acesso a direito, uma equipe de comunicação que pode produzir materiais informativos, segundo a demanda de cada localidade.

Entre as ferramentas da referida tecnologia social, a plataforma online reúne e disponibiliza, de forma aberta, ampla e gratuita, todas as informações levantadas nas ações de articulação social. Além disso, fortalece essas ações de articulação, ao dar visibilidade às iniciativas de enfrentamento ao coronavírus nos territórios periféricos e ao possibilitar o cadastro online tanto das iniciativas em curso e das demandas das mesmas, quanto das ofertas de apoio e as oportunidades de ação colaborativa.

Na plataforma, a sociedade localiza no mapa da grande BH as iniciativas que estão em curso junto à população vulnerável e pode ter informações sobre como apoiar. E não são só doações que fazem a diferença. Comprar máscaras de proteção e outros produtos de pequenos empreendimentos solidários das periferias é uma forma importante de exercer cidadania e apoiar as populações em situação de risco social.

Se você está em vilas, favelas e regiões vulneráveis e precisa de ajuda ou pode inspirar outras iniciativas, faça sua inscrição na plataforma. Se você quer fazer doações ou consumir produtos da economia solidária, escolha a iniciativa colabore. Se você quer somar esforços no encaminhamento de soluções, faça contato.

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