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Crédito: VAGNER COSTA/DIVULGAÇÃO

Será aberta, nesta segunda-feira (7), no CCBB BH, a exposição “Minas|Itália: Construção da Modernidade”, realizada pelo Consulado da Itália em Belo Horizonte. A influência italiana na arquitetura da capital mineira é presença constante nos últimos 100 dos 300 anos que Minas Gerais acabou de completar. Para comemorar o tricentenário de um dos estados brasileiros que mais recebeu imigrantes italianos no fim do século XIX e início do século XX, a mostra de fotografias tem por objetivo valorizar a memória histórica da imigração italiana presente em diversas construções arquitetônicas na capital mineira.

Com a curadoria de Leonardo Castriota e Augusto Nunes, a exposição pode ser vista até 31 de janeiro e funcionará de acordo com os protocolos de segurança adotados pelo CCBB BH devido à pandemia da Covid-19.

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A Itália sempre desempenhou um importante papel na cena de Belo Horizonte. A intensa produção dos arquitetos italianos e ítalo-brasileiros marca de forma definitiva a configuração arquitetônica da capital mineira, em construções e prédios como a sede do Minas Tênis Clube, o Palácio Arquiepiscopal, a Santa Casa da Misericórdia, a sede da Prefeitura, a Secretaria da Segurança Pública, atual CCBB BH, e o Teatro Francisco Nunes. Essas construções trazem os signos da cultura arquitetônica italiana, onde a manutenção de um classicismo vigoroso, com uma cuidadosa revisitação dos elementos clássicos, alia-se a uma genuína atenção ao modernismo, que ganha cada vez mais terreno na Europa do século XX.

Num tempo onde a apreensão instantânea do mundo torna o olhar o mais das vezes desatento, a exposição é um convite ao visitante para se ater com mais atenção aos detalhes arquitetônicos presentes em Belo Horizonte, que, espalhados por toda a cidade, refletem a contribuição do pensamento e ação da arquitetura italiana na construção da cidade.

Assim, num primeiro nível, de apreensão primordialmente sensorial, a exposição trará 20 imagens de detalhes arquitetônicos – ornamentos, elementos escultóricos, pedaços de volumes, curvas – em fotografias de grandes formatos. Neste primeiro nível, o público será convidado a se defrontar, de forma intuitiva e mais imediata, com a presença estética desses elementos e com seu impacto visual. Em seguida, este nível de apreensão poderá ser complementado com um segundo nível, no qual o espectador fará a conexão dos elementos apresentados nas fotografias dos detalhes com os edifícios que os abrigam, numa apreensão da ordem do conhecimento arquitetônico.

A mostra é uma realização do Consulado da Itália em Belo Horizonte em parceria com o governo do Estado, conta com o apoio do Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte e produção do Instituto de Estudos do Desenvolvimento Sustentável, também sediado na capital mineira.

Para oferecer segurança ao seu público e seus colaboradores, a entrada acontecerá mediante agendamento on-line via Eventim e com limite de acessos e de quantidade de pessoas nos espaços do prédio. O uso de máscara é obrigatório, assim como a disponibilização de álcool em gel, conforme determina o decreto da PBH. Os ingressos devem ser emitidos pelo site ou app Eventim com apresentação do QR Code na entrada do CCBB.

Modernidade – Planejada para substituir a antiga cidade colonial, Ouro Preto, Belo Horizonte se impõe como signo do desenvolvimento urbano planejado ao incorporar as inovações  impostas pelos novos tempos, numa modernidade que se anunciava na virada do século, rompendo a hegemonia quase absoluta do colonial, barroco e rococó portugueses.

“Belo Horizonte surge como uma cidade moderna e, como tal, infiel a si mesma. Contar a história da sua arquitetura é nada menos que evocar a própria construção da cidade, deter-se nas modernidades que, em sucessão, vêm demarcando seu território. No arco que cobre do ecletismo ao pós-moderno, presencia-se a retomada de um frutífero diálogo com a tradição, passando do déco ao modernismo na produção de diversas imagens da modernidade que lhe imprimem significativa marca”, destacam os curadores.

A imigração estrangeira para Minas Gerais faz parte do contexto geral de imigração para o Brasil, que aconteceu entre o fim do século XIX e início do século XX. Segundo as estatísticas oficiais – certamente os números reais foram bem maiores –, entraram em Minas Gerais 61.260 imigrantes entre 1894 e 1897, sendo que 50 mil eram italianos.

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