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Usinas solares atraem aportes privados em Minas Gerais

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As usinas solares têm sido uma opção de economia e sustentabilidade, afirma Brandão - Créditos: Divulgação

Tamanha a representatividade de Minas Gerais no mercado brasileiro de geração distribuída, que empresas de outras regiões do País estão investindo em projetos e usinas solares no Estado. Este é o caso do Grupo Alexandria, sediado em Curitiba, que possui clientes importantes na região e já estuda abrir um escritório em Minas.

De acordo com o CEO do Grupo Alexandria, Alexandre Brandão, empresas como Ambev, Grupo Positivo; Grupo Muffatto e Marista são alguns dos clientes que já têm usinas em operação em parceria com o grupo – um dos principais players na área de projetos e operações financeiras estruturadas no setor de energia – em todo o País. E, apesar de não detalhar os números e parceiros de Minas, revelou que o Estado representa 20% dos negócios e que há um projeto em andamento para a construção de uma usina em Uberlândia, no Triângulo.

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“Minas tem o cenário perfeito para a implementação destes projetos. Há o custo elevado da energia, a alta irradiação solar e legislação fiscal que favorece esse tipo de empreendimento”, explicou.

A combinação destes fatores justifica a liderança do Estado no mercado de geração distribuída brasileira, com 15.208 instalações e uma potência de 197 MW. Isso representa 21% das instalações e 22,7% da potência total do Brasil. Quando considerado todo território nacional, os números chegam a 71.673 unidades consumidoras e 865 MW de potência, respectivamente. Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo Brandão, as usinas solares têm sido uma opção de economia e sustentabilidade para as empresas e os ganhos vão desde a diminuição da conta de luz até a preservação do meio ambiente.

“A construção é rápida e barata, oferecemos a opção de locação com investimento zero, é possível utilizar espaços ociosos da empresa, o retorno ocorre em curto prazo e a empresa chega a economizar 90% por mês no valor da energia”, explicou.

O Grupo Alexandria atua neste segmento e oferece projetos de usinas de energia elétrica contando com mais de 33 quilômetros de usinas construídas.

De acordo com o CEO, a expectativa é de que em 2019 esse número seja multiplicado por cinco. Isso inclui R$ 120 milhões em novas usinas no decorrer deste exercício, expansão para a América Latina e lançamento oficial do escritório em Nova York.

Conforme Brandão, tamanho otimismo se deve ao próprio desenvolvimento do mercado e o conhecimento das empresas sobre a alternativa. Além disso, condições climáticas favoráveis do País e as opções oferecidas pela empresa também contribuem para os números.

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