COTAÇÃO DO DIA 22/01/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,4780

VENDA: R$5,4790

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,5070

VENDA: R$5,6470

EURO

COMPRA: R$6,6088

VENDA: R$6,6101

OURO NY

U$1.853,68Pg�

OURO BM&F (g)

R$ (g)

BOVESPA

-0,80

POUPANÇA

0,1159%%

OFERECIMENTO

Mercantil do Brasil - ADS

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia
Página Inicial » Economia » Indústria mineira vê produção recuar e diminui apetite por investimentos

Indústria mineira vê produção recuar e diminui apetite por investimentos

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Indicador de evolução do emprego na indústria chegou aos 47,5 pontos no último mês - Créditos: Fiat/Divulgação

A indústria mineira manteve o baixo ritmo no segundo mês do ano e apresentou índices de produção, emprego e utilização da capacidade instalada abaixo do usual, assim como em janeiro. Os números refletem a lenta retomada da economia brasileira e as oscilações dos níveis de confiança dos empresários. Tamanhas são as incertezas que já começam a afetar as intenções de investimentos no curto prazo.

De acordo com a Sondagem Industrial de Minas Gerais, divulgada pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), houve queda na produção, uma vez que o índice apresentou 48,7 pontos. Na avaliação da economista Daniela Muni, o movimento já era esperado por se tratar de um mês com menos dias úteis. No entanto, ela chamou atenção para o fato de fevereiro não ter contado, neste exercício, com o feriado de Carnaval.

“São movimentos opostos e que poderiam ter contribuído para o resultado de maneiras distintas. Não sabemos ao certo o que de fato pesou, mas é evidente que houve retração da atividade industrial mineira”, resumiu.
O levantamento apontou queda na produção pelo quarto mês seguido. Na comparação com janeiro (49,2 pontos), o indicador caiu 0,5 ponto. Em contrapartida, foi 5,5 pontos superior ao de fevereiro de 2018 (43,2 pontos) e o melhor resultado para o mês desde 2011 (50,7 pontos).

O índice de evolução do emprego chegou a 47,5 pontos no mês passado, 1,2 a menos que no período imediatamente anterior. Em relação a fevereiro de 2018 (47,7) a diferença foi de apenas 0,2 ponto.

Da mesma forma, o índice de utilização da capacidade instalada efetiva em relação à usual marcou 45,6 pontos em fevereiro. Embora ainda abaixo linha de 50 pontos, que separa atividade abaixo da usual de atividade acima da usual, o resultado aumentou 2,5 pontos frente a janeiro (43,1 pontos). Além disso, foi o mais elevado para o segundo mês do ano desde 2011.

Além disso, os estoques de produtos finais das empresas voltaram a cair em fevereiro, com índice de 49,0 pontos, após ficarem relativamente estáveis em janeiro. Apesar da queda, as empresas encerraram o mês com acúmulo indesejado de estoques. O indicador de estoque efetivo em relação ao planejado registrou 53,4 pontos.

“Esse número sugere que a demanda foi inferior à esperada pelas empresas, pois se os estoques formados já foram menores e, ainda assim, houve acúmulo de itens, a venda foi bem aquém do planejado”, ressaltou a economista.

Mesmo diante do cenário, os índices de expectativa, que informam a percepção dos empresários em relação à evolução da demanda, da compra de matéria-prima e de empregos pelos próximos seis meses, ficaram acima dos 50 pontos, indicando perspectiva de crescimento. Porém, Daniela Muniz destacou a queda que alguns componentes já têm apresentado de um mês para outro.

A demanda, por exemplo, fechou março em 62,1 pontos, indicando que os empresários esperam avanço nas vendas de seus produtos nos próximos seis meses. O indicador ficou acima dos 50 pontos pelo 27º mês consecutivo e aumentou 0,8 ponto em relação a fevereiro.

Com isso, as compras de matérias-primas tiveram indicador de 59 pontos. Porém, o número recuou 0,5 ponto na comparação com fevereiro (59,5 pontos) e avançou 1,4 ponto sobre março de 2018.

Na evolução do emprego, o índice chegou a 52,2 pontos neste mês. Isso representa queda de 1,7 ponto sobre fevereiro (53,9 pontos) e 0,3 ponto comparativamente a março do ano passado.

Investimento – Por fim, o índice de intenção de investimento recuou 2,5 pontos na passagem de fevereiro para março, chegando a 55,2 pontos. Neste caso, a economista lembrou que a tendência de elevação da propensão dos empresários a investir, observada no final do ano passado, foi interrompida desde o início deste ano, quando o indicador começou a alternar recuos e crescimentos.

“Isso é reflexo das incertezas que ainda pairam sobre o País. Os empresários apostam num aumento da demanda, mas não sabem quando irá ocorrer, em virtude da recuperação da economia que não aconteceu no prazo que imaginavam e do cenário político ainda conturbado”, concluiu.

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

VEJA TAMBÉM

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!

FIQUE POR DENTRO DE TUDO !

Não saia antes de se cadastrar e receber nosso conteúdo por e-mail diariamente