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Gasmig reduz os preços do gás natural veicular

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Consumo de GNV está em alta no Estado e passou de 1,5% para 5% das vendas realizadas pela estatal em dois anos - Crédito: Divulgação

Uma alteração na forma de o governo estadual cobrar os impostos sobre o Gás Natural Veicular (GNV) resultou na redução de 5,3% no valor do produto no Estado. O novo preço passa a valer a partir de hoje.

Com isso, as boas expectativas para o setor crescem ainda mais. O presidente da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), Pedro Magalhães, destaca que o GNV, agora, se torna mais competitivo, o que, automaticamente, faz com o que o consumo aumente.

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As perspectivas são de que o consumo do gás natural veicular cresça 20% já em um ou dois meses, diz o presidente da Gasmig.

Além disso, ele acrescenta, os ganhos poderão ser vistos também em outras esferas. Com a utilização maior do GNV, há a diminuição da poluição, segundo Pedro Magalhães.

Cenário – Os avanços do consumo do produto no Estado, porém, já vêm sendo sentidos há mais tempo. Os dados mostram que eles são bastante significativos e que ainda existe muito potencial para expansão.

Há dois anos, por exemplo, o GNV representava 1,5% do consumo da Gasmig. Atualmente, esse número já chegou a 5%. Até o fim de 2020, as expectativas são de que esse valor aumente ainda mais, para 10%.

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Esse positivo cenário tem sido impulsionado, segundo o presidente da Gasmig, pelos programas de incentivo e também por causa dos valores menores oferecidos pelo produto, assim como pelo avanço dos preços da gasolina.

Para se ter uma ideia, de acordo coma os dados da estatal, com R$ 50 é possível percorrer 117 km utilizando gasolina, 130 km com etanol e 195 km com o GNV.

Além disso, falando da consolidação ainda maior do segmento que deverá ocorrer em breve, o lançamento de novos carros movidos a gás será responsável por dar ainda mais fôlego para o segmento.

Cidade em movimento – O presidente da Gasmig ainda afirma que Belo Horizonte está muito bem atendida quando se trata da utilização de gás.

O profissional salienta que, durante a greve dos caminhoneiros no ano passado, por exemplo, a cidade não parou graças à utilização do produto, inclusive por aqueles que prestam serviços como motoristas.

Petrobras vende campos por US$ 7,2 mi

Rio – A Petrobras assinou ontem contratos com a Central Resources do Brasil para a venda da totalidade de sua participação nos campos terrestres de Ponta do Mel e Redonda, no Rio Grande do Norte, por US$ 7,2 milhões, informou a empresa em comunicado.

A Central Resources, que atua no RN e no Espírito Santo, já detinha os chamados contratos de risco dos campos – que, nos anos 1980, permitiram que empresas explorassem determinadas áreas com o direito de receber uma participação financeira da Petrobras em caso de descobertas, o que ocorreu em Ponta do Mel e Redonda.

Segundo a Petrobras, a produção de ambos os campos no primeiro semestre deste ano totalizou cerca de 540 barris por dia.

“A transação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à geração de valor para os nossos acionistas”, disse a estatal, acrescentando que o pagamento ocorrerá no fechamento da transação.

Combustível – A Petrobras terá todo seu combustível marítimo (bunker) comercializado com teor máximo de 0,5% de enxofre a partir de hoje, ao cumprir antes do prazo regras internacionais, que visam reduzir a poluição, previstas para 2020, informou a companhia em nota à Reuters.

A nova especificação, estabelecida pela Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês), reduz o teor de enxofre de 3,5% para 0,5% a partir do próximo ano. O novo limite atende à Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios (Marpol), da qual o Brasil é signatário.

Desde quando começou a adequar suas refinarias e unidades operacionais para a produção do combustível, em abril, até agora, a Petrobras já ultrapassou a produção de 1,2 milhão de metros cúbicos de bunker com teor de enxofre abaixo de 0,5%, disse a empresa.

A produção, segundo a petroleira, irá atender à totalidade da demanda no Brasil e o excedente será exportado.

“A redução do nível de enxofre no bunker oferece à Petrobras oportunidade de aumentar sua participação nos mercados mundiais de óleo combustível e bunker de forma rentável, além de conferir maior valorização ao petróleo brasileiro”, disse a companhia.

A empresa preferiu não informar qual será sua capacidade anual de produção, quais as refinarias que produzem e qual a demanda no mercado brasileiro.

Os portos onde a Petrobras comercializa bunker são Rio Grande, Paranaguá, Santos, São Sebastião, Angra dos Reis, Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Fortaleza, São Luís, Belém e Manaus.

Uruguai – A companhia anunciou ontem também que assinou um acordo para deixar o segmento de distribuição de gás natural no Uruguai, a partir de um acerto obtido em julho entre o presidente do país, Tabaré Vázquez, e o CEO da estatal, Roberto Castello Branco, informou a empresa ontem.

Segundo comunicado da petroleira, a companhia e sua subsidiária uruguaia concluíram a transferência das concessões e das ações correspondentes da Distribuidora de Gas de Montevideo e da Conecta ao Estado uruguaio. (Reuters)

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