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Com abastecimento irregular, Fiat anuncia férias coletivas para 1,9 mil empregados

Medida terá início na segunda-feira, dia 19 de abril, com previsão de retorno no fim do mês

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Crédito: Léo Lara/FCA

A irregularidade no abastecimento de componentes fez com que a Fiat, com unidade fabril em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), anunciasse, nesta quarta-feira, a concessão de férias coletivas para cerca de 1,9 mil empregados. 

O afastamento ocorrerá a partir de segunda-feira, dia 19 de abril, com previsão de retorno em 29 de abril. 

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Conforme nota divulgada pela montadora, a concessão de férias é necessária para adaptação da produção, já que existem irregularidades no fornecimento de insumos, principalmente, de componentes.  

“A fim de adaptar o ritmo de produção às condições atuais de volume e regularidade de fornecimento de componentes, o Polo Automotivo Fiat, de Betim, MG, concederá férias por 10 dias a parte dos trabalhadores do segundo turno de produção, a partir de segunda-feira, 19 de abril, com retorno programado para o dia 29. A medida envolve cerca de 1,9 mil empregados. A empresa continua em contato e em negociação com seus fornecedores para normalizar os fluxos de suprimentos”, diz a nota.

Histórico

No início de março, a Fiat já havia concedido férias coletivas a um turno de trabalhadores, em uma de suas três linhas de produção. Seiscentos funcionários ficaram em casa por dez dias, também devido a problemas no fornecimento de insumos e componentes. A medida envolveu menos de 10% do efetivo da unidade. 

Conforme já noticiado pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO, os componentes eletrônicos que mais têm faltado para a montadora de Betim são semicondutores. A escassez se deve ao aumento da demanda em todo mundo, motivado pelo crescimento no consumo de computadores e games, além das demandas relativas à tecnologia 5G. Esses componentes são produzidos, principalmente, por países asiáticos.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) já alertava para a falta de componentes, com destaque, para os eletrônicos e para a falta de previsão de regularização da oferta.  Em nota, a entidade afirmou que a menor oferta de componentes tem interferido de forma negativa na produção das montadoras em todo o mundo.

O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, ressaltou que “temos alguns gargalos na produção, sobretudo de componentes eletrônicos, um problema global sobre o qual não temos controle e que deve perdurar ao longo do ano”.

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