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Economia

Consumidor está mais confiante em BH

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CREDITO:ALISSON J. SILVA

Os belo-horizontinos estão mais confiantes na economia, como mostra o Índice de Confiança do Consumidor do terceiro trimestre de 2018. Segundo os dados divulgados ontem pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), o indicador voltou a subir e avançou 4,8 pontos, passando de 47,9 no segundo trimestre para 52,7 pontos nos três meses seguintes.

Acima dos 50 pontos, o valor indica que os consumidores estão um pouco mais confiantes tanto em relação ao cenário econômico quanto com suas finanças. Para a economista da CDL/BH, Ana Paula Bastos, esse crescimento da confiança está relacionado à expectativa de melhoria no âmbito econômico, à possibilidade de criação de novas vagas de emprego e em função do resultado das eleições.

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“O segundo trimestre foi conturbado com os impactos da greve dos caminhoneiros, além do cenário político. No terceiro trimestre, com uma definição melhor do que vai ser o País em 2019, a confiança foi recuperando e o consumidor está mais confiante em uma melhora do ambiente econômico que está atrelada à esperança do emprego e controle das finanças”, explicou.

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Faixa etária – Os dados da CDL/BH mostram que, na comparação com o terceiro trimestre de 2017, o índice registrou aumento de 2,3 pontos frente aos 50,4 alcançados no mesmo período do ano passado. Na segmentação por faixa etária, o Índice de Confiança do Consumidor apontou que os jovens entre 18 e 24 anos são os mais esperançosos com o futuro da economia. Os consumidores acima de 65 anos são os menos otimistas, com indicador que permanece abaixo do nível neutro, registrando 48,9 pontos.

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“Os idosos são mais experientes e mais cautelosos e, além disso, sentem muito o peso da responsabilidade financeira pelas famílias que está maior, com consequente aumento do custo de vida dos consumidores dessa faixa etária” avaliou a economista da CDL/BH.
O indicador de condições gerais, que aponta as percepções dos consumidores em relação ao cenário econômico e às finanças pessoais nos últimos seis meses, avançou 9,4 pontos e registrou 50,2 pontos no terceiro trimestre de 2018, o maior resultado da série histórica iniciada no primeiro trimestre de 2017. A percepção dos consumidores sobre a situação econômica do Brasil nos últimos seis meses melhorou, alcançando os 31,1 pontos. Em relação às finanças pessoais, o indicador registrou o maior resultado, na marca dos 69,2 pontos.

Para os próximos seis meses, os consumidores também permanecem otimistas apesar de uma leve queda de 4,1 pontos no indicador de expectativa geral, que registrou 57,9 pontos no terceiro trimestre deste ano. O subindicador de expectativa para o cenário econômico recuou e ficou em 51,9 pontos, assim como o de finanças pessoais, que caiu para 63,9 pontos.

“Passamos por um momento muito ruim e a tendência é melhorar. Os resultados em relação aos últimos seis meses e para o próximo semestre mostram esperança que o governo eleito possa fazer a diferença, que a confiança no País volte e que os agentes econômicos invistam novamente no País para alavancar a geração de empregos”, afirmou Ana Paula Bastos.

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