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Crédito: Agência Brasil

Brasília – A dívida pública federal do Brasil cresceu 1,15% em março sobre fevereiro, a R$ 3,918 trilhões, divulgou o Tesouro Nacional, na sexta-feira (26), em um mês marcado pela emissão externa de títulos soberanos. Para o ano, a meta no Plano Anual de Financiamento (PAF) é de um estoque da dívida entre R$ 4,1 trilhões a R$ 4,3 trilhões.

A dívida pública mobiliária interna teve elevação de 0,87% nessa base de comparação, a R$ 3,764 trilhões, afetada pela emissão líquida de R$ 2,94 bilhões e pela apropriação positiva de juros de R$ 29,69 bilhões. Por sua vez, a dívida externa sofreu uma elevação de 8,3%, fechando o mês em R$ 153,7 bilhões.

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Em março, o governo brasileiro emitiu US$ 1,5 bilhão em um novo título de 10 anos, o Global 2029, com rendimento de 4,7% ao ano, na primeira investida no mercado internacional de renda fixa em mais de um ano.

A emissão teve cupom de 4,5% e spread de 215,8 pontos-base acima dos Treasuries, títulos do Tesouro norte-americano. Este foi o menor spread desde a perda de grau de investimento do Brasil, em setembro de 2015, reiterou o Tesouro, defendendo que isso demonstra o maior interesse dos investidores por ativos brasileiros.

“Essa emissão está em linha com a diretriz de atuação do Tesouro Nacional no mercado externo com vistas a consolidar a curva de juros externa em dólares por meio da criação e manutenção de pontos de referência líquidos. Assim, o novo título representa uma referência adicional para captações de empresas brasileiras no exterior”, afirmou.

Composição – Em março, os títulos que variam com a Selic, representados pelas LFTs, continuaram com maior peso na dívida, embora tenham visto essa fatia cair a 35,86% do total, sobre 37,01% em fevereiro. Para o ano, a meta é de 38% a 42%.




Já os títulos prefixados avançaram a 32,01% da dívida, ante 31,30% no mês anterior e uma meta de 29% a 33% para 2019.

Enquanto isso, os papéis indexados à inflação aumentaram sua representatividade a 28,01% da dívida total, ante 27,85% em fevereiro, sendo que a referência para este ano é de 24% a 28%.

O Tesouro também informou que a participação dos investidores estrangeiros na dívida mobiliária interna cresceu a 12,24% em março, sobre 12,18% em fevereiro. (Reuters)

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