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A greve dos servidores da Junta Comercial de Minas Gerais (Jucemg) já dura aproximadamente 90 dias e, no entanto, ainda não há sinalização para o fim do movimento. Hoje, os grevistas farão um protesto em frente à sede da entidade, no bairro Funcionários, na Capital. A presidente da Associação dos Servidores da Junta Comercial (Asjuc), Alessandra Araújo, aponta que há falta de diálogo por parte da presidência do órgão.

“Há falta de diálogo, com desrespeito ao trabalhador. Parece que querem vencer a gente pelo cansaço. Precisamos voltar a trabalhar e a Junta precisa que nós voltemos ao trabalho. Então, o mais interessante para todos é que haja negociação”, disse. A reportagem entrou em contato com a Jucemg e Secretaria de Estado da Fazenda, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.

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Alessandra Araújo informou que os servidores já sinalizaram ao governo que voltam ao trabalho, desde que haja garantia do recebimento dos salários, mediante recomposição dos dias parados, e de que não haverá punição.

Ela aponta ainda que servidores que estão em greve foram exonerados de suas gratificações. A Asjuc entrou na Justiça para garantir tais gratificações e ainda pediu o cumprimento de pontos acertados na greve realizada no ano passado, tais como construção do plano de carreira e criação de comissão contra o assédio moral.

Ajuda de custo – Uma das principais demandas dos funcionários é o reajuste da ajuda de custo, que passaria de R$ 115 para R$ 140. O pagamento da ajuda de custo de R$ 115 por dia trabalhado – o que dá uma média mensal de R$ 2.300 – foi conquistada pelos servidores da Jucemg após realização de greve que durou entre agosto de 2017 e janeiro de 2018.

Em dezembro do ano passado, o então governador Fernando Pimentel (PT) autorizou o reajuste do valor, que passaria a ser de R$ 140. O atual governo manteve o pagamento no valor de R$ 115, mas os servidores pedem que o reajuste seja praticado.




De acordo com a Asjuc, a média salarial na Jucemg é de R$ 1.300. A autarquia conta com 170 servidores, sendo 130 efetivos. Levantamento da associação aponta que cerca de 50% dos funcionários da Junta Comercial estão em greve. Alessandra Araújo pondera que a situação gera prejuízo à prestação do serviço.

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