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Extinção de empresas aumenta 6,4% em Minas

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Crescimento na abertura de empresas no Estado é reflexo da recuperação da economia, ainda que esta esteja lenta - CREDITO:ALISSON J. SILVA/Arquivo DC

O número de empresas abertas em Minas Gerais, durante o primeiro semestre de 2019, aumentou 5,8% em comparação com os seis primeiros meses do ano anterior. A quantidade de empresas que fecharam as portas também cresceu, registrando aumento de 6,4% na mesma base comparativa.

Os dados são da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg) e mostram que o número de empresas constituídas até junho deste ano somou 25,3 mil contra 23,9 mil no mesmo período de 2018. As aberturas de MEIs (Microempreendedores Individuais), no primeiro semestre de 2019, somaram aproximadamente 9,2 mil, representando 36,3% dos processos no período.

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O economista-chefe da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG), Guilherme Almeida, ressalta que o aumento do número de novas empresas está relacionado ao ambiente econômico de estímulo ao consumo.

Na comparação com o ano anterior, a inflação mais baixa, associada a um crédito facilitado, tem impulsionado o consumo familiar, o que reflete no aumento do número de abertura de empresas, que buscam aproveitar esse momento de recuperação econômica ainda que lenta.

“O consumo familiar aumenta e, em um cenário de elevado desemprego, muitas pessoas optam por empreender. Dessa forma, apesar da incerteza e do desemprego, temos um ambiente comparativamente melhor ao do período da crise, mais propício ao consumo e que estimula a constituição de novas empresas”, afirma.

De janeiro a junho deste ano, foram extintas 18,3 mil empresas, enquanto 17,2 mil encerraram as atividades durante o primeiro semestre de 2018. Além da dinâmica natural de aberturas e fechamentos, Almeida explica que os empreendimentos por necessidade levam a abertura de empresas sem planejamento prévio, o que pode justificar esse crescimento da quantidade de empresas extintas em relação ao ano passado.

Mortalidade elevada – “Diversos estabelecimentos são constituídos por razões da conjuntura, e muitas pessoas entram nesse cenário sem capacidade técnica para gerir um estabelecimento e sem acompanhar a dinâmica de mercado, o que faz com que a taxa de mortalidade dessas MEIs seja alta. Por isso, nós temos, assim como a grande rotatividade de mão de obra em termos de emprego, uma dinâmica maior de aberturas e fechamentos”, diz o economista.

Ainda segundo dados da Jucemg, as alterações de empresas, que representam uma tentativa dos empresários de buscar novos mercados e podem refletir o crescimento de alguns empreendimentos, foram 72,1 mil até junho deste ano, contra 81,5 mil nos mesmos meses de 2018, uma redução de 11,5%.

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