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Fiemg estimula desenvolvimento municipal

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Entre as cidades que já contam com conselhos de desenvolvimento estão Uberlândia, Uberaba, Divinópolis, Araxá e Cataguases | Crédito: Divulgação
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O futuro das cidades converge para uma atuação conjunta dos diferentes setores da sociedade no desenvolvimento econômico, social e ambiental.

Em Minas Gerais, pelo menos metade dos 853 municípios já possui alguma iniciativa em vista de discutir as contribuições de cidadãos, entidades, empresas e poder público na construção de um futuro melhor e sustentável. A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), por meio do Conselho de Desenvolvimento Local e Regional da entidade, já orienta 40 deles.

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Por meio da Rede Horizontes, a Federação estabelece conexões e promove o diálogo entre os Conselhos de Desenvolvimento Locais (Codese) de cada cidade. Valores como pertencimento, associativismo, cidadania e independência norteiam os trabalhos para unir projetos e planejamentos estratégicos individuais em uma grande rede de atuação que objetiva promover o desenvolvimento local nas diversas regiões de Minas Gerais.

Neste sentido, uma plataforma digital reunindo todas as informações e conectando não apenas os diferentes agentes de cada local, mas também as diversas regiões, com o objetivo de promover o diálogo e a articulação entre sociedade e governos, será lançada ainda este ano.

“Desenvolver a cultura do trabalho em rede em nossa sociedade é um objetivo essencial para o desenvolvimento de um Estado com o perfil do nosso, com mais de 800 municípios e com uma capilaridade grande. Nossa força está na complementaridade de visões, que compartilhadas em um espaço participativo, voltado ao desenvolvimento local, nos permitirá a construção de um futuro comum”, define o vice-presidente da Fiemg, presidente do Conselho de Desenvolvimento Local e Regional e da Câmara da Indústria da Construção, Teodomiro Diniz.

Adriana Giroletti, que integra a equipe Conselho Desenvolvimento Local e Regional da Fiemg, explica que hoje as cidades são reconhecidas por suas múltiplas dimensões e desafios diversos e que a construção do futuro deve ser definida de forma compartilhada, participativa, igualitária, diversificada e inclusiva, corresponsável e representativa. Os desafios das cidades mineiras, segundo ela, são ainda maiores, uma vez que 70% dos municípios são de pequeno porte.

“Daí a importância de um projeto como a Rede Horizontes com ações que buscam e promovem o protagonismo da sociedade civil sob o pilar do conceito de governança. Nossa intenção, enquanto orientadores do Codese, é o fortalecimento e a perenidade das políticas públicas de cada local, uma vez que nosso sistema político impõe dificuldades ao desenvolvimento sustentável”, justifica.

Adriana Giroletti conta ainda que, a partir deste escopo, a cidade de Maringá, no interior do Paraná, serve como modelo do que se pretende tornar uma constante em Minas. Com um modelo híbrido, consultivo e construtivo de mobilização da sociedade civil e organizada, iniciado em 1996, a cidade já foi eleita nos últimos três anos, a melhor cidade para se viver no Brasil.

“Lá há diálogo e corresponsabilidade e isso tem permitido o desenvolvimento no longo prazo. A cidade teve chance de fazer ações de internacionalização, ganhou uma rede de forças por meio de câmaras temáticas e hoje já colhe os frutos. O que se percebeu, por meio desta experiência, foi o quanto é benéfico e efetivo o compartilhamento entre a sociedade civil e o setor público”, ressalta.

Diagnóstico e sensibilização

Em Minas Gerais também há cidades em que os Conselhos estão mais desenvolvidos, como Ipatinga, Uberlândia, Uberaba, Divinópolis, Araxá, Cataguases e Patos de Minas. Já nas demais, a Fiemg segue realizando um trabalho de diagnóstico e sensibilização.

“Até pelo tamanho do Estado e pela diversidade dos municípios, em Minas, em cada local há um formato, um nome e uma vocação. Nosso papel é oferecer um meio para que as lideranças possam participar deste movimento e entender que o que antes era iniciativa única do poder público, o que tinha vínculo apenas com a sociedade civil, agora passa a valer de forma mais articulada e consequentemente, com mais chance de sucesso. É isso que buscamos com o apoio dos representantes das regionais da entidade e com entidades parceiras como o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e a AMM (Associação Mineira dos Municípios)”, conclui.

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