COTAÇÃO DE 21/10/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,6670'

VENDA: R$5,6680

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,6800

VENDA: R$5,8270

EURO

COMPRA: R$6,5669

VENDA: R$6,5699

OURO NY

U$1.783,12

OURO BM&F (g)

R$323,30 (g)

BOVESPA

-2,75

POUPANÇA

0,3575%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia

Belo Horizonte atrai mais um empreendimento de grande porte

COMPARTILHE

A escolha pelo modelo armazém busca um diferencial mercadológico frente aos concorrentes que também estão indo para a região - Foto: Divulgação

Recuperar os ares dos antigos armazéns mineiros, onde se encontrava de tudo um pouco, é a proposta do Armazém 356, empreendimento previsto para ser inaugurado em meados de 2020 na região do bairro Olhos D´Água, em Belo Horizonte. O projeto carrega o nome da rodovia que passa pela região – a BR-356 –, na saída para o Rio de Janeiro.

O espaço de 24 mil metros quadrados, antes ocupado por um motel, receberá investimento de R$ 120 milhões e reunirá pelo menos 200 lojas, com estacionamento de 500 vagas. Além disso, o armazém poderá acelerar a requalificação da área, que foi conhecida como a região dos motéis e vem passando por mudanças.

PUBLICIDADE

O Armazém 356 é idealizado e executado pelo Grupo EPO e projetado pela Bloc Arquitetura. “O projeto pode acelerar a mudança que vem ocorrendo na região, mas isso depende ainda do desempenho da economia”, diz o diretor de Novos Projetos do Grupo EPO, Guilherme Santos.

Segundo Santos, a inspiração do empreendimento vem dos mercados nos antigos caminhos de Minas, mas também de modelos europeus. O novo espaço terá dois eixos principais para garantir que tenha a cara dos armazéns mineiros e se diferencie dos shopping centers, que também concentram variedade de comércio e serviços em um único lugar.

Um dos eixos deles é a curadoria das lojas. O objetivo é abrir espaço para venda de produtos que tenham uma história e mostre diferenciais de qualidade. O leque é amplo, podendo incluir alimentação, decoração, roupas, artesanatos, além de serviços. “Não limitamos o leque de ocupação. São várias operações num lugar só”, resume Santos. O modelo prevê a junção de lazer, entretenimento e compras.

O segundo eixo é o arquitetônico, com projeto retrofit, ou seja, de recondicionamento da edificação antiga, prevendo espaços amplos, com áreas de convivência. O arquiteto e sócio-diretor da Bloc, Alexandre Nagazawa, explica que a escolha pelo modelo armazém busca um diferencial mercadológico frente aos concorrentes que também estão indo para a região. Um deles, o Mercado de Origem, do Grupo Uai, focado principalmente no comércio de orgânicos.

Nagazawa informa que o prédio do Armazém 356 era ocupado anteriormente pelo motel Capri, sendo o primeiro à direita na subida da BR-356. O edifício era todo fechado e murado e será todo requalificado. A estrutura do edifício ficará evidente, com corredores que se abrem para o ambiente externo. Para garantir o ar de armazém serão privilegiados materiais rústicos, com tijolo à vista, concreto aparente, ferragens à mostra.

Outro diferencial do Armazém 356 é que o espaço está localizado em área de influência da Serra do Curral. Em toda a região, há limitação de altimetria. A solução, segundo Nagazawa, foi tirar proveito da restrição e possibilitar a vista do entorno, que incluem a Serra do Curral e a Estação Ecológica do Cercadinho.

O projeto já foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural de Belo Horizonte. O EPO ainda aguarda o alvará de construção, a ser concedido pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). A previsão é que as obras comecem em fevereiro e durem aproximadamente 18 meses.

Vetor Sul – O diretor de Novos Projetos do EPO, Guilherme Santos, reforça que o grupo vem investindo na região, apostando na expansão do Vetor Sul. Ele lembra que o EPO esteve à frente da construção de outros empreendimentos no bairro Olhos D´Água, como o Leroy Merlin e o BH Outlet.

A empresa vem investindo também em empreendimentos em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), principalmente na região do Vila da Serra e Vale do Sereno. Santos pontua que há ligação entre os projetos. “Quem mora nos empreendimentos que estamos edificando no Vale do Sereno, por exemplo, provavelmente vai frequentar o Armazém 356”, prevê.

O Grupo EPO também é o locador do imóvel onde está o Mercado da Boca, no Jardim Canadá, em Nova Lima, mas não tem qualquer outro tipo de vínculo com o projeto. 

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!