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Home office gera estafa, modelo híbrido é opção

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45,5% das pessoas já entendem o home office como exaustivo | Crédito: Reprodução

Após mais de um ano de home office, como estão as empresas quando o assunto é a gestão de suas equipes? A Thomas Case & Associados entrevistou gestores a nível de gerência de grandes empresas, bem posicionadas em setores de saúde, transporte e meio ambiente, que são considerados essenciais.

Para 81% dos gestores entrevistados pela Thomas Case & Associados, as equipes tiveram momentos de estafa dos funcionários no trabalho em casa. A pesquisa perguntou aos entrevistados como eles encararam o começo do home office em 2020. 45,5% dos gestores relataram que tiveram receio do que viria nos próximos meses. 27,3% tiveram tranquilidade de que seria breve e 27,3% não tiveram tempo de se organizar e entender o momento.

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No começo da pandemia e de home office, 54,5% dos gestores encaram as mudanças como positivas e 36,4% negativas. 9,1% dos entrevistados ainda não possuem opinião formada.

Hoje, 45,5% já entendem o home office como exaustivo e 18,2% ainda preferem a opção de trabalho em casa. Mas, uma boa fatia da pesquisa ainda não possui opinião sobre o assunto: 36,4%. “Muitas vezes, o motivo da indecisão se deve à falta de políticas mais claras para a modalidade de trabalho home office, que leva a insegurança tanto para as empresas como para os colaboradores.

Empresas e colaboradores ainda têm grandes dificuldades de seguirem as regras para esse tipo de trabalho, o que acarreta o risco de serem desrespeitados alguns deveres e obrigações de ambos”, ressalta o gerente de negócios corporativos da Thomas Case & Associados, Gustavo Vicenze.

E embora a avaliação positiva do home office, um ponto importante na pesquisa é relatado: 90,9% dos entrevistados têm expectativa de voltar ao trabalho presencial com suas equipes. A explicação pode estar na pergunta a seguir na pesquisa: 54,4% dos entrevistados relatam que os funcionários sentem falta da troca de informações presencialmente e 36,4% da infraestrutura oferecida.

Para Vicenze, “é inegável que a tecnologia é uma grande aliada para aumentar a nossa produtividade, otimizar a agenda e nos poupar tempo, mas nada substitui o bom e velho olho no olho. Alguns assuntos são resolvidos de maneira mais prática e objetiva, sem necessariamente ter que marcar uma reunião para discutir ou debater um tema”.

A maioria dos gestores, 63%, espera voltar aos escritórios em quatro meses, mas o modelo híbrido é o ideal para 63,6% dos participantes contra 36,4% que preferem o trabalho totalmente presencial. “Por mais que hoje existam sistemas de gestão de desempenho que possam avaliar os resultados dos colaboradores à distância, boa parte dos gestores se sente mais confortável acompanhar, engajar e auxiliar os subordinados in loco”, complementa Vicenze.

Para o presidente da Thomas Case & Associados, Norberto Chadad, a pesquisa norteia novas medidas que os recursos humanos terão de lidar na volta ao trabalho presencial. “Atuar presencialmente é um desejo dos gestores e será inevitável. O que os RHs precisam começar a pensar é como será essa volta e seus impactos, principalmente quando notamos que mais de 36% dos gestores se demonstram mão saber se querem ou não voltar presencialmente. Isso pode ter alguns motivos como insegurança e medo das novas formas de trabalho e do que encontrará nesse retorno. Os recursos humanos lidarão com o novo, de novo”, explica.

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