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Economia

Inadimplência recua 2,2% em fevereiro em BH

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Créditos: Marcos Santos/USP Imagens

A inadimplência em Belo Horizonte registrou queda de 2,2% em fevereiro na comparação com igual mês do ano passado, enquanto no acumulado do ano a retração foi de 0,1%. Na passagem de janeiro para fevereiro, houve um ligeiro aumento de 0,2%, conforme divulgado pela Boa Vista Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC).

Economista da entidade, Vitor França informa que os níveis de inadimplência no País vêm, nos últimos meses, registrando índices abaixo da média, sendo que a capital mineira acompanha essa tendência. No curto prazo, a inadimplência deve permanecer estável, mas, no longo prazo, pode apresentar novas quedas devido à sanção da nova Lei do Cadastro Positivo.

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Em Belo Horizonte, a recuperação de crédito registrou queda de 0,4% na comparação de fevereiro deste ano com igual mês de 2018. Houve retração de 2,8% na passagem de janeiro para fevereiro. Já no acumulado do ano, a redução foi de 1,3%.

Em Minas, a inadimplência caiu 2,3% no comparativo anual (fevereiro 2019/fevereiro 2018), com ligeira alta de 0,1% no mês de fevereiro na relação com janeiro. No acumulado do ano houve estabilidade (0%).

Já a recuperação no Estado de crédito mostrou resultados positivos em todas as bases comparativas: aumento de 1,7% na comparação fevereiro 2019/fevereiro 2018; alta de 1,4% em fevereiro na relação com janeiro; acréscimo de 3,1% no acumulado do ano.

A Boa Vista SCPC divulga os dados sobre inadimplência, referente à entrada no cadastro de devedores de novos nomes, e também o de recuperação de crédito, que mostra os registros de pessoas que conseguiram pagar suas contas.

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De acordo com França, a queda do índice da inadimplência ocorre principalmente devido a três fatores. Ele explica que o pico da inadimplência ocorreu em meados de 2016 e, desde então, o índice sofre queda em função da maior cautela das famílias com o consumo, devido ao cenário de recessão.

Além disso, os bancos ficaram mais seletivos na concessão do crédito. Por fim, o índice também começa a ter o impacto positivo da lenta melhora do cenário econômico, ligeira alta do emprego e estabilidade dos juros.

Cadastro Positivo – Ainda segundo o economista, a nova Lei do Cadastro Positivo, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 8, deve reduzir os níveis de inadimplência. Isso deve ocorrer porque a aprovação do cadastro positivo melhora o acesso ao crédito, pois dá mais precisão à análise de crédito.

“Muita gente não vai ao mercado de crédito ou não tem acesso devido à avaliação, que passará a ser feita corretamente. Teremos mais gente com perfil de pagador”, explica.

De acordo com a Agência Brasil, o serviço do Cadastro Positivo é prestado por empresas especializadas, que avaliam o risco de crédito de empresas e de pessoas físicas com base em históricos financeiro e comercial.

Atualmente, esse banco de dados reúne informações de aproximadamente 6 milhões de pessoas. A nova lei torna a adesão automática, o que pode levar o cadastro a ter informações sobre 130 milhões de consumidores.

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