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Indústria de máquinas mineira espera crescer 5% neste ano

Rumos da pandemia de Covid-19 e impactos das eleições geram incertezas

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Indústria de bens de capital no Estado estima um incremento entre 5% e 10% no ano passado na comparação com 2020 | Crédito: Alisson J. Silva
Indústria de bens de capital no Estado estima um incremento entre 5% e 10% no ano passado na comparação com 2020 | Crédito: Alisson J. Silva 25/09/09

Assim como em âmbito nacional, a indústria de máquinas e equipamentos de Minas Gerais comemora os resultados do setor no ano passado, marcado pela recuperação tanto no mercado doméstico quanto nas exportações. Para 2022 as projeções também são positivas, com crescimento de 5%, embora ainda haja alguma incerteza quanto aos rumos da pandemia e por se tratar de um ano eleitoral.

Na avaliação do membro da Regional Minas Gerais da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Marcelo Luiz Veneroso, apesar de os números oficiais ainda não terem sido divulgados, o resultado de 2021 ficou entre 5% e 10% maior do que o ano anterior, representando o segundo ano consecutivo de crescimento.

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“Viemos com números bastante positivos até agosto e depois passamos a ter algumas oscilações. De toda maneira, foi um um ano muito positivo; batemos alguns recordes de desempenho e, apesar de alguns entraves como a própria Covid-19, o custo de produção, a logística, tivemos grandes crescimentos, muitas contratações, exportações elevadas e carga de operação lotada”, detalha.

Incertezas 

Para este ano as expectativas também são positivas. No entanto, Veneroso fala das incertezas que ainda pairam sobre todo o setor industrial. “A pandemia ainda assombra nossas vidas e nossas empresas, com menos intensidade, mas ainda é vetor de preocupação. Além disso, estamos em ano de eleição e, mesmo estando com números bons na economia, ainda existe muita pressão contra o atual governo”, avalia.

Assim, as expectativas dão conta de um crescimento de pelo menos 5% em 2022 sobre o ano anterior. “Isso deve ocorrer nos âmbitos nacional e estadual, porque Minas Gerais geralmente acompanha o País. E, desta vez, o Estado ainda está tendo a felicidade de ter um bom governo, que conta com o respaldo do empresariado e vem batendo recordes nos indicadores, inclusive na atração de investimentos, o que beneficia diretamente o nosso setor”, completa.

Quanto aos entraves específicos da atividade, Veneroso destaca a dificuldade com mão de obra qualificada. Sobre o câmbio, avalia que o mercado já assimilou que um patamar que é bom para alguns, é problema para outros, mas que “o real um pouco depreciado para o setor de bens de capital é interessante”.

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