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Inflação em BH aumenta 0,44% com pressão da gasolina

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Além da alta do IPCA, a Fundação Ipead registrou incremento de 3,69% no custo da cesta básica em Belo Horizonte | Crédito: Alisson J. Silva/Arquivo DC

O custo de vida, em Belo Horizonte, está mais oneroso. De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em agosto, foi registrada variação positiva de 0,44%, frente a julho. Em agosto, a principal influência para o aumento do custo de vida veio do reajuste no preço da gasolina, que variou 4,41%.

No período, o custo com a cesta básica também aumentou, superando em 3,69% o valor praticado em julho. Os dados foram divulgados na sexta-feira (4) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais da Universidade Federal de Minas Gerais (Ipead/UFMG).

Conforme o levantamento, na comparação anual o IPCA avançou 1,74%. A alta registrada nos últimos 12 meses é de 3,5%.

Dentre os 11 itens que compõem o IPCA de Belo Horizonte, as maiores variações positivas, frente a julho, foram verificadas em artigos de residência, que apresentou alta de 3,37% e bebidas em bares e restaurantes, com elevação de 2,8%. Altas também foram observadas em vestuário e complementos (2,39%), alimentos in natura (1,59%) e elevação de 1,16% para alimentos industrializados.

Em relação aos serviços e produtos, as cinco maiores contribuições vieram da gasolina comum, com alta de 4,4% nos preços, joias, com aumento de 19,38%, computador completo, com variação positiva de 14,76, condomínio residencial (0,85%) e cabeleireiro (4,3%).

Assim como no IPCA, também foi verificada alta nos preços da cesta básica. Segundo o levantamento do Ipead, após duas quedas consecutivas, o custo da cesta básica voltou a subir em agosto de 2020, variando 3,69% e alcançado o valor de R$ 478,86 no mês. Na comparação anual, o valor já subiu 3,14%% e acumula, nos últimos 12 meses, alta de 12,41%. Com a alta, o custo da cesta básica já representa 45,82% do salário mínimo.

Dos 13 itens que compõem a cesta básica, em sete foram registradas altas nos preços em agosto frente a julho. Os principais responsáveis foram o tomate Santa Cruz e a carne chã de dentro, com 20,40% e 8,53% de aumento no mês.

O consumidor também pagou mais caro pelo óleo de soja, que subiu 6,18% na comparação com o mês anterior. Outro item importante, o arroz, teve o preço reajustado em 2,97%, seguido pela banana caturra, com reajuste de 6,51%, e leite, com elevação de 0,47%. Somente nos últimos 12 meses, o feijão carioquinha já subiu 36,39%, o óleo de soja, 35,45%, o leite, 16,13% e o arroz, 21,68%.

Em relação à queda de preços em agosto, frente as julho, o valor do feijão carioquinha recuou 9,99%, seguido pela batata-inglesa, com redução de 5,76% e manteiga, que retraiu 1,60%.

Renda comprometida – De acordo com a coordenadora de pesquisa da Fundação Ipead, Thaíze Martins, houve uma aumento do custo de vida em agosto. No período, tanto a inflação como o custo da cesta básica subiram.

“O conjunto traz um maior comprometimento da renda do consumidor. No início da pandemia a gente teve um comportamento em que todos os alimentos subiam e os itens não alimentares estavam em queda, porém, agora, estamos com ambos subindo e pressionando tanto a inflação como o custo de vida do consumidor”, explicou Thaíze.

Consumidor está menos pessimista em BH

A reabertura do comércio da capital mineira e a retomada de diversas atividades econômicas estão contribuindo para a redução do pessimismo dos consumidores de Belo Horizonte. Em agosto, o Índice de Confiança do Consumidor de Belo Horizonte (ICC) aumentou 3,02% sobre julho. Apesar da alta, o ICC está em 36,26 pontos, o que mostra que o consumidor ainda está pessimista, já que o otimismo começa a ser mostrado quando o índice alcança 50 pontos.

No acumulado dos últimos 12 meses, o ICC registra queda de 4,10% e na comparação com agosto de 2019, redução de 4,77%.

Segundo a coordenadora de pesquisa da Fundação Ipead, Thaíze Martins, a reabertura do comércio trouxe uma expectativa mais positiva para o consumidor, o que contribuiu para a elevação mensal.

“Com a reabertura do comércio, o humor melhorou em relação a julho e quando comparado com os demais meses afetados pela pandemia de Covid-19. A reabertura do comércio trouxe perspectivas positivas em relação á geração de emprego. O consumidor está menos pessimista em relação à situação do País e houve até aumento na pretensão de compras, o que não foi registrado nos últimos meses, mesmo com várias datas comemorativas importantes”, disse.

De acordo com o estudo da Fundação Ipead, o Índice de Expectativa Econômica (IEE) apresentou uma alta de 8,83% em comparação com o mês anterior, influenciado pela melhora na percepção dos consumidores em todas as componentes, principalmente sobre o emprego, com aumento de 13,33%.

O Índice de Expectativa Financeira (IEF), por sua vez, apresentou queda de 0,45% em comparação com o mês de julho, sendo o item Situação Financeira da Família em Relação ao Passado o que mais contribuiu, com variação negativa de 1,5%. Apesar da queda, o componente “pretensão de compras”, subiu 1,15% frente a julho.

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